É importante lembrar que as ideias e opiniões contidas nas linhas abaixo não refletem, necessariamente, o pensamento dos autores desse blogue. Mas são de grande importância para lançar um debate sobre a maneira como as promoções dentro das corporações são realizadas.
O atual sistema de promoção na Polícia Militar e os seus malefícios para a instituição, seus integrantes e a sociedade.
Inicialmente, faz-se necessário informar que o presente artigo não tem o objetivo de ofender a quem quer que seja e nem tampouco expor, de forma irresponsável, a amada Instituição a que pertenço. Porém, na condição de oficial, vejo-me obrigado a cumprir o dever legal (e moral) de zelar pelo bom nome da Polícia Militar, conforme me impõe o art. 28, XIX, do Estatuto dos Policiais Militares do Estado do Piauí.
Assim, este artigo pretende constituir-se em um libelo contra o atual sistema de promoção na Polícia Militar e, de igual forma, num indispensável registro histórico, para que nunca nos esqueçamos de tudo de imoral e ruim que esse sistema produziu e, principalmente, evitar que no futuro atitudes tão deploráveis se repitam.
Nos últimos anos, observamos boquiabertos a desenfreada queda da ética dentro da Polícia Militar e a consolidação de uma “nova ética” no seio da milícia piauiense, especialmente junto ao oficialato.
Essa “nova ética” traduz-se na ânsia louca de se beneficiar, a qualquer custo, de tudo aquilo que possa ser abocanhado no mais curto espaço de tempo. Para tanto, vale-se da proximidade do poder para alterar leis, decretos, normas ou tudo mais que possa atrapalhar seus intentos. A essa ânsia não se encontram limites, pois, literalmente, os fins justificam os meios. Aqui, lança-se à lama todo o valor moral que se poderia esperar de um oficial, de qualquer policial militar ou mesmo do cidadão comum, uma vez que se espera que todos tenham, ao menos, uma noção básica do que é certo ou errado.
Não se vê mais honra, respeito ou ética. O sagrado templo dos valores militares, onde deveria se cultivar a “religião da honra”, hoje se assemelha mais a um mercado no qual a honra (ou o que restou dela) é vendida para qualquer um que possa lhe garantir vantagens e uma ascensão meteórica na carreira.
É com imensa vergonha que me vejo obrigado a relatar que hoje cada político, se assim o quiser, terá (e a maioria tem) o seu oficial de estimação, cujo manual, para mantê-lo dócil e obediente, contém apenas duas lacônicas recomendações: ofereça-lhe uma parca gratificação e, principalmente, uma mera expectativa de promoção.
Todavia, a culpa não deve recair exclusivamente sobre os maus políticos, pois embora haja a cooptação de parte do oficialato pelos detentores do poder, há de igual forma, oficiais que utilizam essa proximidade para tirar todos os proveitos possíveis dessa simbiose imoral. É lamentável verificar que tais oficiais tenham rapidamente esquecido o compromisso de honra prestado quando do ingresso nas fileiras da Polícia Militar, em que, na presença da tropa fazemos o solene juramento de regularmos nossas vidas pelos preceitos da moral.
Também é extremamente decepcionante constatar que determinados políticos que chegaram ao poder empunhando a bandeira da ética e da moralidade, vergonhosamente, são os principais fiadores desse sistema. Entretanto, para sermos justos, é preciso informar que essa prática não é recente, existe há anos. Porém, nos últimos tempos ela foi posta em escala industrial.
Para se ter idéia, nos últimos anos a Lei de Promoção de Oficiais sofreu várias mutilações: ora para diminuir os interstícios em alguns postos com o objetivo de se garantir várias promoções num curto espaço de tempo. Ora para produzir um aberrante quadro de medalhas com o objetivo de se fornecer uma exagerada pontuação a alguns oficiais e assim garantir-lhes facilmente suas promoções por merecimento. E finalmente, como golpe fatal, eliminou-se o “inconveniente” limite quantitativo que restringia o número de oficiais que poderiam ser promovidos por merecimento. A retirada desse “empecilho” possibilitou que oficiais mais modernos fossem promovidos na frente de um grande número de oficiais muito mais antigos.
A respeito dos critérios comumente utilizados para se escolher os que serão promovidos por merecimento é imprescindível a lição de FRANK D. McCANN que, embora se refira ao Exército Brasileiro nos idos de 1880, mostra em sua narrativa um fiel retrato daquilo que se pratica hoje, em pleno século XXI: “Idealmente, as promoções estavam associadas ao mérito, mas muitas das vezes a influência política e o apadrinhamento de oficiais superiores determinavam quem era os favorecidos”.
Historicamente nas Polícias Militares 90% das promoções por merecimento destinam-se justamente aos que não trabalham na atividade-fim da Corporação, mas em outras atividades privilegiadas (Gabinete Militar, Comando-Geral, Gabinetes Político etc). Dessa triste realidade tiramos a constatação bastante conhecida por qualquer policial militar do Brasil: quanto mais longe da atividade-fim, mais rápida será a promoção.
O atual sistema tem produzido maléficos efeitos para a Instituição, seus integrantes e a sociedade, dentre os quais podemos destacar: a reprodução dessa infame prática por partes daqueles que chegam a posições que lhe permitam beneficiar-se do poder, gerando um nefasto ciclo vicioso. O desenvolvimento de um forte sentimento de revanchismo, ressentimento e desunião entre os oficiais. O esfacelamento da hierarquia e da disciplina em virtude da ascensão meteórica de alguns em detrimento de outros muito mais antigos. A formação de grupos de oficiais e praças que em vez de se dedicarem à segurança pública e à profissionalização da Polícia Militar, devotam-se exclusivamente para servir aos grupos políticos que estão no poder com o objetivo de tirar proveito dessa ligação. E por fim, tem-se a total desmotivação do restante da tropa, à qual cabe apenas suportar a pesadíssima carga da segurança pública, desaguando nesta e na população o resultado de todas as injustiças produzidas por esse sistema.
Infelizmente, aos que estão na tropa faltam-lhes reconhecimento, promoções, medalhas, gratificações e incentivos. Todavia, sobram-lhes cobranças, punições, riscos e sofrimento.
Além dos danosos efeitos institucionais acima descritos, temos ainda outros igualmente perversos que se refletem nas esferas pessoal, familiar e social. Assim, no âmbito pessoal temos um indivíduo frustrado, pois o atual sistema lhe tolhe todas as perspectivas de realização e crescimento profissional, causando-lhe enorme angústia e incerteza que somadas à impotência diante de tantas injustiças lhe afligem inúmeros males no corpo e na alma, especialmente em época de promoções. Por conseqüência, toda essa gama de aflições transpassa o indivíduo, atingindo também à sua família, gerando desajuste e sofrimento no seio familiar. Finalmente, na esfera social, temos um cidadão descrente na sociedade e em suas instituições, além do dilacerante dilema moral de se questionar a cada dia se, no mundo de hoje, vale a pena ser honesto.
Ainda do ponto de vista social, o atual sistema fomenta a formação de uma polícia voltada exclusivamente para servir aos interesses dos governantes e não à sociedade. Algo que, ao menos teoricamente, é inaceitável num Estado Democrático de Direito.
O atual sistema permite que uma minoria usurpe dos demais o sagrado direito de ascensão na carreira, pois arrancaram deles a garantia de um fluxo de carreira regular e equilibrado, expressamente previsto no art. 58, in fine, do Estatuto dos Policiais Militares do Estado do Piauí.
No futuro, as novas gerações ao escreverem sobre a história da Polícia Militar e narrarem essa página infeliz de nossa história sentirão vergonha das imoralidades cometidas e da passividade desta geração.
Por questão de justiça, também devemos destacar que existem honrados oficiais e praças que, mesmo estando próximo ao poder, não se utilizam e nem coadunam com esse sistema imoral. E cuja explicação para tão nobre atitude encontramos nas sóbrias palavras de ALFRED VIGNY: “Penso que o Destino dirige metade da vida de cada homem, e o seu caráter a outra metade”.
Por fim, peço ao leitor perdão pelo emprego de algumas expressões um tanto deselegantes, porém, a culpa é desses tempos vis que não permitem poesia. E acredito que mais ofensivas que essas expressões são as mazelas praticadas por esse sistema, pois não ferem apenas aos ouvidos, mais também destroem a carreira e o futuro de um grande número de oficiais e praças. Antecipando-me às críticas e censuras que virão, deixo assentado que tenho plena consciência de que, em épocas de inversão de valores, considera-se errado o que denuncia e não o que pratica atos deploráveis.
Esperamos, com este artigo, alertar os oficiais e as praças sobre o grave risco que correm o nosso futuro e a Instituição em virtude de nossa vergonhosa passividade. Igualmente buscamos dá conhecimento às autoridades e à sociedade sobre a insustentável situação em que se encontra a Polícia Militar, e assim, tentarmos juntos fazer frente a esse sistema que vem, ao longo dos anos, contribuindo significativamente para o esfacelamento moral da Corporação. E por fim, possibilitar aos partidários da “nova ética” uma profunda reflexão sobre o grande mal que estão causando à Instituição, aos demais companheiros de farda e, principalmente, à sociedade piauiense, à qual juraram servir e proteger.
Assim, para mudarmos esse triste quadro é preciso urgentemente criar uma nova e moderna Lei de Promoção de Oficiais e Praças que garanta a todos um efetivo fluxo regular de carreira e a profissionalização da Polícia Militar, em que o constante aprimoramento e a qualificação do militar de polícia sejam os principais mecanismos de ascensão e crescimento na carreira. Dessa forma, ganhariam a Instituição, seus integrantes e, principalmente, a sociedade.
José Wilson Gomes de Assis é Capitão da Polícia Militar do Piauí, Bacharel em Ciências de Defesa Social pelo Instituto de Ensino de Segurança do Pará (IESP) e Bacharel em Direito pela Universidade Estadual do Piauí (UESPI).
Clique AQUI para baixar o artigo em PDF, disponível em minha conta (Flávio Henrique) do 4Shared.



{ 8 comments… read them below or add one }
Sinceramente, acho que o erro já começa em seguir esse padrão de postos e graduações das FFAA. Na minha opnião, o ideal seria o Policial Militar ser bem remunerado para que se possa exigir nível superior ao entrar. Depois disso, seria mais conveniente uma formação única dos policiais. Não vejo cabimento algum em se aplicar instruções diferenciadas dentro da corporação, visto que se trata de função de extrema importância e responsabilidade. Como assim? Respondo: Falo dos cursos para as carreiras de praça e de oficial. Hoje o praça (que se forma como soldado) frequenta um curso de, em geral, 07 (sete) meses, ao passo que o oficial frequenta um curso de 03 (três) anos (onde se forma aspirante-a-oficial, indo a 2º tenente após 06 (seis) meses). Deveria ser uma carreira única, com curso de mais ou menos 01 ano e meio ao entrar, onde todos poderiam ter a chance de alcançar o postos máximos; desde que através de vários outros cursos e aprimoramentos no decorrer da carreira. Não quero acabar com praças nem com oficiais, mas sim, acabar com as duas polícias que existem dentro da própria polícia militar. Oficiais e praças é coisa pra Marinha, Exército e Aeronáutica. Polícia Militar é outra coisa, muito diferente, apesar de militar. São realmente necessárias as nomenclaturas de Cabo, Sargento, Tenente, Major? Precisa disso pra continuar sendo militar? Este é um espaço para comentários, por isso não é conveniente me alongar muito, mas espero que tenham compreendido um pouco a ideia. Cabe muita discussão e maiores esclarecimentos, mas por enquanto é o tenho a transmitir. Bom dia a todos. JUNTOS (como uma polícia única) somos fortes!
http://www.al.sp.gov.br/StaticFile/integra_sessao/074aSO090601.htm
Pode sentar o aço que eu seguro, chega de hipocrisia, rota na rua, façam o que vcs fazem melhor!
Uma forma democrática de dizer que pode descer o sarrafo que eu seguro!
Aqui o filho chora más a mãe não houve, o chicote estala e a batata assa!
Enverga o bambú que o couro aguenta!
CHEGA DE HIPOCRISIA, ROTA NA RUA! O ENFRENTAMENTO É UMA MERA OPÇÃO DO DE CUJOS!
”
É bom dizer ainda que uma boa parcela daqueles que foram detidos deveria estar presa, mas alguém soltou. Soltam os ladrões na rua para roubar a população.
É um círculo vicioso: o bandido é colocado nas ruas para cometer crimes.
Mas a Polícia prende e depois soltam tudo quanto é bandido para as ruas.
mas se o policial torcer o dedo de um bandido ao prendê-lo, sai na primeira página do jornal.
o Coronel Paulo Telhada assumiu o controle da Rota, da qual tive o privilégio de ser comandante junto com o Deputado Conte Lopes. Gostaria que os senhores lessem no Diário Oficial a manifestação do Secretário Antônio Ferreira Pinto. O Secretário diz que a Rota é uma tropa de elite e algo precisa ser mudado, ela vai ser usada para enfrentar o crime violento.
São Paulo tinha que estar em pé de guerra, a imprensa deveria querer saber por que isso aconteceu: “Não, deixem isso para lá. É dos direitos humanos dos bandidos.”
No entanto, alguma coisa está mudando. O ofício de assunção de comando do Coronel Telhada foi incisivo, mostrando que a Polícia está atenta. E melhor: o Secretário, Dr. Antônio Ferreira Pinto, ao falar em nome do Governador, mostrou que a postura será outra.
São Paulo tinha que estar em pé de guerra, a imprensa deveria querer saber por que isso aconteceu: “Não, deixem isso para lá. É dos direitos humanos dos bandidos.”
No entanto, alguma coisa está mudando. O ofício de assunção de comando do Coronel Telhada foi incisivo, mostrando que a Polícia está atenta. E melhor: o Secretário, Dr. Antônio Ferreira Pinto, ao falar em nome do Governador, mostrou que a postura será outra.
São Paulo tinha que estar em pé de guerra, a imprensa deveria querer saber por que isso aconteceu: “Não, deixem isso para lá. É dos direitos humanos dos bandidos.”
No entanto, alguma coisa está mudando. O ofício de assunção de comando do Coronel Telhada foi incisivo, mostrando que a Polícia está atenta. E melhor: o Secretário, Dr. Antônio Ferreira Pinto, ao falar em nome do Governador, mostrou que a postura será outra.
revigora o ânimo da tropa com a visão sempre inovadora de quem chega com entusiasmo e vontade de acertar, à sua feição e modo.
“se eleito, vou colocar a Rota na rua”. Sinal evidente que a Rota, desde esse período, não mais estava na rua! Não mais atuava em sua plenitude, a despeito do vertiginoso crescimento do crime, em suas facetas mais violentas. Esse marasmo se prolongou no tempo, com algumas poucas e isoladas exceções.
Com o decorrer do tempo, valores absolutamente indispensáveis ao bom desempenho das missões afetas à Rota, foram esgarçados, quando não foram simplesmente desprezados.
A ousadia, o destemor e a iniciativa se dissiparam e deram lugar ao imobilismo por culpa daqueles que se acomodaram, não querendo, nem de longe enfrentar questões decorrentes e inerentes de um agir enérgico, pressuposto de um Estado forte, que não abre mão de sua autoridade, sob pena de seu povo ficar à mercê de criminosos covardes e cruéis. Muitos se encolheram, fugindo de responsabilidades inerentes ao cargo.
Em matéria de Segurança Pública o “politicamente correto” beira à hipocrisia.
Por isso, imperioso que se registre que a Rota, esta importante ferramenta de combate ao crime violento, se tomou sucateada
Esta era a triste constatação que tinha eu como cidadão, cuja sensação de insegurança crescia a olhos vistos, na mesma proporção da insensibilidade dos que tinham sob os ombros a difícil tarefa de executar uma política de segurança pública.
E não me reporto a passado recente, é bom que se frise!
É tempo de mudar!
Agir com rigor no combate ao crime violento
Há que se ter atitude!
Bem por isso, esta data é significativa e tem tudo para ser um marco, como disse anteriormente. Bem por isso, a expectativa é muito grande. Bem por isso, a Rota deve voltar ao lugar que ocupava, com destaque e eficiência no combate aos criminosos violentos, audaciosos, desafiadores e covardes.
Bem por isso a Rota vai se fortalecer, se equipar e atuar na defesa dos direitos humanos dos cidadãos, sejam eles do bem ou do mal. Não haverá distinções, na preservação desses direitos inerentes à pessoa humana.
Ora, o enfrentamento é uma opção do criminoso. Só dele!
Só poderia ser alguém que fez história com essa tropa, que arriscou a vida por centenas de vezes, que foi baleado e que agiu com reconhecida bravura, em oportunidades distintas, para fazer valer o principio da autoridade do Estado e o restabelecimento da ordem.
Não é uma forma de homenagem ou de reparação de eventual injustiça. Longe disso: É a maior missão que a Policia Militar lhe atribui e que será bem sucedida, na medida em que seus Oficiais e praças, corresponderem à confiança e a esperança que neles você depositar.
A missão é árdua mas o resultado será uma consequência do profissionalismo de todos vocês.
A Rota pode ser imitada, jamais igualada.
Transmitir sensação de segurança, através da pronta resposta policial, visibilidade nas ações, etc;
Essa tropa sabe de nossa dedicação e o povo pode confiar nesses valorosos policiais militares que não medirão esforços em combater os maus elementos, usando de todos métodos e esforços para colocá-los sob o peso da lei.
Policiais militares do Batalhão Tobias de Aguiar, todo estado de São Paulo confia em vosso serviço, em vossa coragem, em vossa abnegação à causa pública.
Faça guerra com quem está na guerra e não com quem não tem nada a ver com isso.
Polícia vai sempre existir e cumprindo aquilo que é determinado pelos seus governantes. ”
Trechos extraídos da 074ª SESSÃO ORDINÁRIA, em 01 DE JUNHO DE 2009, cujo Presidente era JOÃO BARBOSA e o Secretário era OLÍMPIO GOMES.
Parabens pelo post, muito bem colocado.
Aproveito a oportunidade para expressar minha indignaçao ao modo que sao tratados os soldados em relaçao a promoçao. Os soldados estao ai nas ruas prendendo bandidos, enfrentando tiroteios e vendo a morte bem de perto, nao recebem nenhuma medalha, nenhum agradecimento e se quiserem promoçao, tem que enfrentar ezaustivas provas sem uma finalidade, pois as promoçoes ja estao marcadas. Meu marido se prepara, paga cursos, estuda o tempo todo para passar na prova de cabo mas nunca atinge a pontuação…Nao tem um só dia em que ele nao efetua uma prisao de bandidos perigosos e procurados, mas nao recebe nenhum reconhecimento ( ele faz porque gosta e é um soldado honesto), mas todos esperam por um plano de carreira, Isso nao acontece só com oficiais, precisamos mudar isso para que pessoas copetentes tambem tenham oportunidade de carreira. Obrigada pelo espaço, um grande abraço, continue assim levando informaçoes de forna responsavel e legal aos leitores e fique com Deus.
É triste, decepcionante saber que isso ocorre de uma forma geral em todas as Policias Militares do Brasil. Isso tem que ser mudado mas, infelizmente, as pessoas que se benecifiam de tais promoções são as mesmas poderiam mudas mas não o fazem. A cada dia que passa fico mais desestimulado ao trabalho e hoje, já começo a refletir se quero para meus filhos a mesma carreira que tive.
Ola tenente muito obrigado pelo espaço!!
olha tambem sou militar e compreedo bem essas atividades equivalentes
e acho corretamente que todos nos deveriamos tentar mudar, sou milico
do EB, e sei como é essas coisas acho a instituição policia militar uma instituição muito linda e por isso gostaria muito de entrar nela, mas vejo esse modo em que é feita por parte da coorporação muito irregular, porque todos tem que ser merecidos por seus bens feitos perante a sociedade e não apenas aqueles que estação ali do lado, aqui no EB , e mesma coisa, agente rala pra caramba e não tem reconhecimento mais o (motorista do comandante, o S1,S2, O SECRETARIO DO sub,)esses sim são bons são excelentes militares viram sargentos e cabo rapido, e nos que somos soldados, os que as vezes tiram 1×1(ESCALA)ate o talo somos ruins, tem fe que um dia isso mude mais eu sei que isso depende de mim, de voce e de todos nos, no momento estou fazendo curso preparatorio para o concurso da PMERJ e sonho todos os dias com o meu exito na profissão..
muito obrigado TENENTE pelo espaço um abraço!!!
post muito bacana
é ruim desagravel saber que isso acontece mas tem gente pra tuido nesse mundo infelizmente
ISSO EÉ MUITO CHATO MAS É O QUE ACONTECE INFELISMENTE