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Rota Comando, o filme

Rota Comando em breve

Como já havia sido adiantado em primeira mão pelo Blitz Policial e mais tarde comentado pelo Stive e Abordagem Policial, vem aí o Rota Comando, o filme da ROTA.

Para quem não conhece, a Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar - a Rota é a Tropa de Elite[bb] da Polícia Militar de São Paulo. Guardada as devidas proporções, seria o BOPE paulista.

Rota ComandoPor enquanto o longa ainda está no começo da fase das filmagens, mas o marketing está a todo vapor. Já tem site oficial e um blog fazendo o serviço. As promessas são de um filme sobre polícia e violência com todos os ingredientes obrigatórios: perseguição, troca de tiros, morte, prisão, muita ação e polêmica.

A direção e o Roteiro são do estreante Elias Júnior. E a história é baseada no livro Matar ou Morrer, do ex-capitão da Rota e agora deputado estadual de SP, Conte Lopes.

Sinopse

O filme vai falar das principais ocorrências da Rota, contando a trajetória de três criminosos que atuavam na cidade de São Paulo.

O primeiro caso é de como um dos criminoso morreu em confronto com a ROTA. Em uma perseguição a um carro suspeito, os elementos atiraram contra os policiais e nesse confronto acontece sua morte.

Na seqüência há a trajetória de um bandido que veio do Rio de Janeiro para comandar o crime de São Paulo, matando e estuprando. E claro, se deu mal na mão dos boinas negras.

Por último, a história de um traficante que passa a fazer seqüestros por ter seu tráfico neutralizado pela “operação saturação”, da ROTA.

O livro Matar ou Morrer

Matar ou MorrerA trama é baseada no livro Matar ou Morrer, do ex-capitão da Rota e agora deputado estadual de SP, Conte Lopes. Conte é uma espécie de Capitão Nacimento, ou um Chuck Norris da Polícia Militar de São Paulo, uma lenda. Li o livro em 2005 (tem na biblioteca da Academia de Polícia Militar, futuros oficiais) e gostei. Conta a trajetória do Conte na Rota. Agora não lembro das histórias. A todo momento você se pergunta se teria acontecido daquele jeito mesmo. Se aconteceu, Conte Lopes é um herói de marca maior.

Lançado em 1994, este livro seria resposta a um outro livro, o Rota 66 do Caco Barcellos (lançado em 1992). O Rota 66 traz em um capítulo chamado “Deputado Matador”, numa clara referência à Conte Lopes. O Rota 66 eu não li.

Elenco

Minha primeira curiosidade: quem é o ator que vai ser Capitão Conte na trama? Já sabemos que não é nenhum famoso. Segundo o jornal A Tarde, o longa conta com 150 atores, sendo 70 principais e 80 figurantes. Nenhum deles é conhecido do grande público e vieram do teatro.

Rota Comando x Tropa de Elite

Como já era de se imaginar, as comparações são inevitáveis. Ambos tiveram um livro que os antecede. O livro Elite da Tropa antecedeu o filme Tropa de Elite e o livro Matar ou Morrer, do Conte Lopes, antecede este filme da Rota. Ambos tem o seu Capitão Chuck Norris: Capitão Nascimento em um e Capitão Conte no outro. Ambos contam a história na visão dos policiais, e por aí vai.

No entanto, se o Tropa de Elite foi orçado em aproximadamente 10 milhões, o Rota Comando é uma produção independente orçado em “apenas” R$ 500 mil. Por enquanto a produção do filme ainda corre atrás de parceria e patrocínio. Salas de cinema, urso de ouro, oscar? Não, o Rota Comando é bem mais modesto. O alvo por enquanto são as locadoras e as lojas especializadas.

Cenas do filme

Nessa reportagem de algum telejornal do SBT sobre a nova onda do cinema brasileiro, de abordar temas de violência urbana, polícia e segurança pública, podemos ver algumas cenas das filmagens. Segundo a legenda, é uma filmagem do treinamento dos atores.

Num próximo post falarei mais sobre o filme, sobre a trilha sonora, sobre a banda BizQuiz e sobre os bastidores das filmagens.

About the Author

Alexandre de Sousa

É Policial Militar do Rio de Janeiro, no posto de Tenente. 24 anos de idade e 4 anos de carreira.

15 Responses to “ Rota Comando, o filme ”

  1. Pena que o video nao esta mais disponivel!

    =(

    Está disponível sim!

  2. Não sei, mas acho que esse “boom” de filmes sobre segurança pública meio chato.

    Não é que o assunto seja ruim, mas a procura desenfreada por esses temas acabam por gerar discrepâncias com a realidade.

    Eu acho muito bom. Meu blog foi muito vistado devido ao filme Tropa de Elite :D

  3. Gostaria de dizer que infelizmente esse filme não deverá retratar a grandeza da Rota. A história e a tradição do Batalhão Tobias de Aguiar merece um diretor com mais experiência e a produção com orçamento bem maior. Como a idéia é pegar carona no Tropa de Elite, irão fazer o filme a toque de caixa e, mesmo sem ter a verba necessária, já estão alardeando pelos quatro cantos.

    Temo pelo fracasso do filme e com isso, respaldar o comentário que “a Rota, guardada as devidas proporções, é o Bope paulista”, quando, na verdade - no que pese a grandiosidade do Bope, que eu respeito e admiro - são duas instituições com histórias de glória, mas com realidades diferentes, e não dá para fazer comparações.

    Estou certo que não será um filme tão grandioso em termos de orçamento e bilheteria. Mas se vão retratar a grandez da ROTA, prefiro esperar o lançamento do filme. Quanto a “são duas instituições com histórias de glória, mas com realidades diferentes, e não dá para fazer comparações”, eu não tenho dúvida disso.

  4. Pelo visto voce não conhece muito bem a história do tal conte lopes.
    Devia se interessar em ler a história dele, e da ‘gloriosa’ rota.

    O livro do Caco Barcelos é uma boa pedida.

    Obrigado Sidney, consegui o livro emprestado. Vou ler a outra versão da história.

  5. Olha, vale a pena você ler o Rota 66. Sei que você é policial e muito mais do que eu sabe a realidade do dia-a-dia nas ruas. É um livro muito bem escrito e, vale a pena dizer, por um excelente jornalista, que pode não ser totalmente imparcial (pois foca na parte “podre” da ROTA), mas é bem mais neutro do que o Conte Lopes, chamado de deputado matador no livro do Caco Barcellos. E não é atoa que ele é chamado assim. O banco de dados criado e mostrado no livro retrata bem diversas irregularidades, principalmente no tratamento do caso após a ocorrência.

    O Conte Lopes já fiz isso amigos: levou ao hospital um corpo. Ele (e diversos “colegas” da ROTA, mas não a maioria dos membros) afirma que tentou socorrer o bandido, que, como sempre, foi baleado após resistir à prisão disparando tiros. Só que alguns detalhes são fundamentais: os corpos, que já chegavam apresentando sinais de óbito evidentes, tinham marcas de bala na cabeça, no peito e nas costas, características de execução. Ora, como uma pessoa poderia ter uma mira tão boa quando estava sob fogo cerrado e resistência? Além disso, exames comprovam que muitos corpos não possuíam rastros de pólvora nas mãos, o que desmente a hipótese de resistência armada. Além disso, outros diversos corpos possuíam as manchas de pólvora chamadas “tatuagem”, que caracteriza os disparos à queima roupa. Sinceramente, meu sonho é ser policial e imagino que a realidade das ruas deve ser muito dura. Porém, o que este, hoje, deputado fez foi claramente assassinato, execução. Não digo que era somente isso que ele fazia, porém, fez isso em diversos casos.

    Sobre um comentário seu:

    “A todo momento você se pergunta se teria acontecido daquele jeito mesmo. Se aconteceu, Conte Lopes é um herói de marca maior.”

    Leia o Rota 66 amigo. Vale a pena. Porque, você como policial, sabe que não existem heróis, ou, na verdade, existem, mas são poucos. Um sujeito que sai na capa do livro empunhando um revolver daquele tamanho com aquela cara não parece herói, parece um Rambo ou algo que o valha. E o que queremos para nossa sociedade? Políticas sérias de Segurança Pública ou Rambos, truculência e violência?

    Sinceramente, se você quiser, eu te EMPRESTO o Rota 66. Só não se iludam com o livro e com o filme da ROTA. Hoje em dia pode ser que as coisas sejam bem diferentes, mas entre 1970 e 1992, diversos policiais da ROTA era assassinos motivados pela truculência e por motivos inteiramente pessoais.

    Depois de ler o livro, é impossível não duvidar da veracidade na primeira cena do filme:

    “O primeiro caso é de como um dos criminoso morreu em confronto com a ROTA. Em uma perseguição a um carro suspeito, os elementos atiraram contra os policiais e nesse confronto acontece sua morte.”

    Um grande abraço amigo, gosto muito de seu blog, das polícias em geral e de segurança pública. Espero, em breve, poder atuar nestas frentes.

    “A todo momento você se pergunta se teria acontecido daquele jeito mesmo. Se aconteceu, Conte Lopes é um herói de marca maior.” Vc não deve estar acostumado a ler ironias nas entrelinhas do meu texto. Aos poucos vc se acostuma.

  6. Meu caro amigo Alexandre,

    realmente, conhecer o texto de alguém é como conhecer a própria pessoa. Leva um pouquinho de tempo. Porém, meu recado não era diretamente pra você e sim para todos os leitores de seu ótimo blog. Pelo que já percebi, você é um policial crítico e atento às complexas questões humanas. porém, nem todos são assim e muitas vezes só percebem os aspectos dos direitos humanos ou só percebem os aspectos policiais.

    Como lhe disse, poderia lhe emprestar meu livro, mas você já conseguiu um exemplar. Acho que quando você ler o mesmo vai conseguir perceber que existe um caminho do meio para esta questão da ROTA.

    Percebi esta questão do caminho do meio primeiro pelo Budismo e agora na Segurança pública, após ler os livros Elite da Tropa (Luis Eduardo Soares, Rodrigo Pimentel e André Batista), Incursionando no Inferno: a verdade da Tropa (Mário Sérgio), Abusado: o dono do morro Dona Marta, Rota 66 (Ambos de Caco Barcellos) e agora estou na metade do Meu Casaco de General (Luis Eduardo Soares). Acho que observando todos os lados de um problema podemos chegar a soluções inovadoras.

    Gostaria muito de ler um livro mais atual sobre a ROTA, já que tanto o do Caco Barcellos quanto o do Conte Lopes são antigos, de 1992 e 1994, respectivamente. Imagino que passado todo este tempo e dada a gravidade das denúncias de abuso, o unidade deve ter passada por mudanças profundas e significativas.

    Desculpe o chamado “flaming”, que é a “falação” em seu blog, mas é que gosto muito do assunto e não tenho chance de conversar com agentes policiais.

    Infelizmente a história não é maniqueísta e, por isso, não podemos simplesmente dividir personagens históricos em mocinhos e bandidos. Desses que vc citou, ainda não li o Abusado e o Rota 66. Fique a vontade para comentar aqui no blog!

  7. Prezados Amigos,
    faço minhas, as palavras do Sgt. Lago, porém, vou mais além. Da forma que publicam parece verdade mas é a pura enganação quando leio “é como uma espécie de Bope paulista” e olha que em muitos veículos de comunicação, quando comparam a ROTA com o Bope, sendo que na verdade, é ao contrário, o Bope é como uma espécie de ROTA paulista.

    Esse tipo de comentário é o mais absurdo dos absurdos, porque quem treinou o Bope foi a ROTA, agora eu pergunto: - Como podem fazer referências desse tipo, comparando a ROTA com o Bope, sendo que ela é a precursora da História? A discussão aqui não é quem é melhor que o outro, e como já disse o Sgt. Lago, cada um tem seu mérito. Eu quero
    expor somente a verdadeira informação aos leitores, já que muitos não sabem.

    Enganos e muitos enganos estão havendo aí, e não podemos aceitar falsas informações, motivo pelo qual eu estou aos poucos e conforme o tempo disponível que tenho, publicando em meu blog: (WWW.ROTACOMANDOOFILME.BLOGSPOT.COM) a verdadeira História do BTA da nossa gloriosa ROTA (RONDAS OSTENSIVAS TOBIAS DE AGUIAR - POLÍCIA DE ELITE DO ESTADO DE SÃO PAULO).

    Venhamos e convenhamos, fazer promoção às custas de instituição ou pessoa quem já tem nome, assim é fácil, o incompetente Caco Barcellos fez isto em seu livro ao intitular o Capitão Conte Lopes como “O Deputado Matador”, como se o Deputado não tivesse direito à vida, e sim o bandido. Será que ele queria mais um HERÓI da ROTA morto??? Porque com o Capitão Alberto Mendes Junior foi assim, final, esse Caco Barcellos é um extremo puxa-saco de bandido que não é fácil!

    O próprio Deputado Capitão Conte Lopes em entrevista ao jornal Diário de S. Paulo é quem explica as afirmações. Veja a reportagem no site dele: (WWW.CONTELOPES.COM.BR/1/DIARIO.HTML), ninguém mais apropriado do que ele para confirmar a verdade!
    Agora se alguém quiser esclarecer alguma dúvida em relação a este assunto ou outro qualquer diretamente com o Capitão Conte, ligue para: (11) 3286-0595 no Programa “Ronda da Cidade” que vai ao ar de Seg. à Sáb. das 8:00 às 9:00hr pela Rádio Terra 1330 AM SP, ou participe adicionando em seu MSN (PROGRAMARONDADACIDADE@HOTMAIL.COM) e faça sua pergunta ao Dep. Cap. Conte que ele responde ao vivo no ar.

    Em meu blog (WWW.ROTACOMANDOOFILME.BLOGSPOT.COM) também tem todas as informações para contato inclusive o perfil autêntico no Orkut do Capitão Conte.

    Agora cá entre nós, para contar a real História da ROTA, isto requer uma mega produção!

    Participe da nossa comunidade no Orkut: (ROTA COMANDO - O FILME)

    http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=44331097

    Meu perfil:

    http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=13565404590289418605

    Caso tenha dúvidas, sugestões ou críticas, estamos abertos:

    amigosdecontelopes@gmail.com

    http://WWW.ROTACOMANDOOFILME.BLOGSPOT.COM

    Não tenho dúvida que as instituições são incomparáveis, que a ROTA veio primeiro, que tem uma história gloriosa, etc. Acontece que a maior parte dos meus leitores/visitantes é do Rio de Janeiro. Com certeza conhecem o BOPE, mas pode ser que não conheçam a ROTA. Por isso a comparação. A intenção em nenhum momento foi puxar sardinha para uma diminuindo a outra ;)

  8. Caro Davi, tomarei a liberdade de comentar seus comentários, para estabelecermos um diálogo legal e que agregue informações à seus e aos meus conhecimentos

    Comentário: “o incompetente Caco Barcellos”

    Olha, pode ser que você não goste dele, ou não goste do trabalho dele. Isso é totalmente legítimo e você deve se basear em leituras dos livros dele ou das reportagens, eu imagino. Porém, falar que ele é incompetente é um pouco exagerado, afinal, ele tem uma enorme vivência e experiência com o jornalismo “investigativo”, além de ser excelente escritor, repórter e ser correspondente da Rede Globo em Londres. Por mais que eu não goste da Rede Globo, eu sei que o sujeito tem de ser minimamente competente para ocupar tal posição. Veja bem, hora nenhuma falei que o Conte Lopes é incompetente. E não falaria isso, por exemplo, de um grande traficante ou de um grande líder de facção criminosa. Por mais que o cara faça algo errado, ele tem de ser competente para fazer tal coisa, se não o crime não seria organizado.

    Comentário: “fez isto em seu livro ao intitular o Capitão Conte Lopes como “O Deputado Matador”, como se o Deputado não tivesse direito à vida, e sim o bandido.”

    Creio que AMBOS possuem o direito a vida. Pessoalmente, se dependesse de mim, as baixas seriam reduzidas a 0, em ambos os lados.

    O detalhe é que o Conte Lopes tirou a vida de 44 pessoas. Destas, 25 foram identificadas (nome, filiação e data de nascimento). A partir de pesquisas na Justiça Civil e nos bancos de dados das polícias, constatou-se que 12 destas pessoas mortas possuíam antecedentes criminais, sendo que duas destas cometeram o latrocínio, o roubo seguido de morte. O que me choca é saber que a outra quase metade destas pessoas, 13, NÃO possuíam antecedentes criminais. Eram, perante a justiça, inocentes! Obviamente não vou ficar julgando as atitudes de um policial, porque eu não estava no local no momento do ocorrido, mas o fato de 13 pessoas não possuírem antecedentes e serem mortas me corta o coração, de verdade.

    Comentário: “Será que ele queria mais um HERÓI da ROTA morto???”

    Sobre ser herói, não sei, não acredito que existam muitos heróis por aí não. Mas, mesmo não sabendo o que o Caco Barcellos pensa, acredito que ele não quer ver NINGUÉM morto. Eu também não quero isso, de maneira alguma.

    Comentário: “Agora cá entre nós, para contar a real História da ROTA, isto requer uma mega produção!”

    Sem dúvida, até mesmo por causa dos armamentos, figurino, pesquisa histórica, etc. Mas tem que ver qual é o objetivo do diretor: fazer um filme de caráter documental ou fazer uma película de entretenimento. O documentário pode ser mais barato mas o filme de entretenimento requer uma mega produção, sem dúvida. Mas se for entretenimento, a história real jamais será contada, será romanceada. Somente um documentário pode contar, historicamente e através de pesquisas profundas, as histórias reais.

    Agora, uma pergunta técnica aos policiais (você é policial Davi?):

    o deputado deve ser chamado

    Deputado Conte Lopes
    ou
    Deputado capitão Conte Lopes

    pergunto porque ele não faz mais parte do efetivo, então ele não seria um ex-capitão? Desculpem a pergunta primária, mas não entendo nada das questões internas da PM

    Davi, espero que não me leve a mal por meus comentários e gostaria de manter o diálogo construtivo com você e com outros, tentando entender o seu lado, o lado da PM, da Pf e da Civil, o do Caco barcellos, do Conte Lopes, dos bandidos, do povo dos direitos humanos, da mídia, da política e de todos os envolvidos na complexa Segurança Pública.

    Quem quiser aprofundar nos assuntos e não quiser poluir o blog de nosso amigo Alexandre, é só falar que eu passo meu e-mail.

    Ora, por favor, isso não é poluir o blog. O Diário de um PM é para isso mesmo, vamos discutir idéias. Fiquem à vontade.

  9. Meu caro Marcos Felipe, tudo bem?

    Fique tranqüilo, eu não o levarei a mal, como eu pude perceber o espaço democrático deste blog, logo eu responderei as suas perguntas, ok?
    No momento estou um pouco atarefado mas eu prometo responder tudo.

    Um forte abraço e fique com Deus,
    Davi Alves

    amigosdecontelopes@gmail.com
    http://WWW.ROTACOMANDOOFILME.BLOGSPOT.COM

  10. [...] Diário de um policial militar [...]

  11. Opa… me aventuro na bolsa sim…mas to no começo…

    espero que não tenha se chateado por eu ter linkado seu blog…é que sua pré-análise ficou ótima mesmo…

    Abraços

    Eu é que agradeço pela referência ao Diário de um PM!

  12. [...] falei antes sobre o filme da Rota, trazendo informações sobre a sinopse do filme, o elenco e as comparações inevitáveis com o [...]

  13. [...] baseado no livro “Matar ou Morrer” do Capitão Conte Lopes, que hoje é deputado. Saiba mais aqui e [...]

  14. [...] falei antes sobre o filme da Rota, trazendo informações sobre a sinopse do filme, o elenco e as comparações inevitáveis com o [...]

  15. A tropa do BOPE é maior e melhor que a ROTA? Isso é brincadeira né? O BOPE foi criado depois e espelhado na “Tropa de Elite” de São Paulo. Busquem na memória e respondam quantos bandidos famosos tivemos aqui. No RJ não há tempo de sepultar um e já tem 3 ou 4 querendo assumir a liderança do tráfico e, não nos esqueçamos que o filme “Tropa de Elite” teve o objetivo principal de chamar atenção para a “banda podre” da Polícia.
    Não sou ferrenho defensor da ROTA, mas reconheço nessa tropa um respeito por parte da bandidagem e, cada vez que o “bicho pega” e nela que os governantes se socorrem e por isso ainda não deitam e rolam por aqui.
    Por outro lado, o nobre Capitão soube canalizar muito bem os louros colhidos por uma instituição para o seu nome, ele que fez parte de uma equipe que tinha respaldo político, mudado depois da promulgação da Constituição de 1988, pegou para sí o mérito que era de vários oficiais e praças (e o fez muito bem!) e até hoje está usufruindo disso na Assembléia Legislativa como representante do povo.
    É evidente que ele tem méritos e era muito melhor do que a maioria dos Oficiais da Época, mas também não podemos negar que usa de uma dose de exageros e todas as histórias, com certeza não foram como ele conta.

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