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	<title>Comments on: Rio&#8217;s Police Body Count: 10 mortos em 1 semana</title>
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	<description>O mundo policial como você nunca viu!</description>
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		<title>By: Samuel</title>
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		<dc:creator>Samuel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 20:50:41 +0000</pubDate>
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		<description>É Tão triste, ter na noticia da morte de um homem de bem. Principalmente se ele for um policial, que nos protege. Para mim o governo deveria mudar estas leis, que estão protegendo cada vez mais os bandidos e deixando a nós só o lamento; de um país de ladrões. Os policiais deveriam ter um salário digno e ter melhores condições de trabalho alem de leis de seguranças para protegerem a si mesmo e suas famílias.
Força Guerreiros lembrem que vocês são “OS VERDADEIROS PEDAGOGOS DA CIDADANIA” e que nós temos muito o  que agradece a vocês.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É Tão triste, ter na noticia da morte de um homem de bem. Principalmente se ele for um policial, que nos protege. Para mim o governo deveria mudar estas leis, que estão protegendo cada vez mais os bandidos e deixando a nós só o lamento; de um país de ladrões. Os policiais deveriam ter um salário digno e ter melhores condições de trabalho alem de leis de seguranças para protegerem a si mesmo e suas famílias.<br />
Força Guerreiros lembrem que vocês são “OS VERDADEIROS PEDAGOGOS DA CIDADANIA” e que nós temos muito o  que agradece a vocês.</p>
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		<title>By: Diário do Stive&#187; Blog Archive &#187; 42 policiais foram executados em dois ano no Pará</title>
		<link>http://www.diariodeumpm.net/2007/03/15/rios-police-body-count-10-mortos-em-1-semana/comment-page-1/#comment-16239</link>
		<dc:creator>Diário do Stive&#187; Blog Archive &#187; 42 policiais foram executados em dois ano no Pará</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 15:49:32 +0000</pubDate>
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		<description>[...] na valorização da vida do policial do Rio de janeiro,  que  o Tenente Alexandre criou o contador de policiais [...]</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>[...] na valorização da vida do policial do Rio de janeiro,  que  o Tenente Alexandre criou o contador de policiais [...]</p>
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		<title>By: TODOS</title>
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		<dc:creator>TODOS</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Sep 2008 01:01:47 +0000</pubDate>
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		<description>FODA_SE TODOS AGORA NAUM ADIANTA RECLAMAR EM QUANTO TIVER CIADADAOS DE PRIMEIRA CLASSE E DE SEGUNDA CLASSE NA MESMA NACAO NUNKA IRA ACABAR A GERRA FODA_SE SEZIGUALDADE GERA RANCOR E ODIO QEM NAUM QUER ANDAR DE HONDA PRETO E BANCO DE COURO E TER A MULHER MAIS LINDA SENSUAL E ATRAENTE 
MUNDO DE ILUSOES
O PODER DEVE SER COSTITUIDO DE UMA FORMA QE NINHUM HOMEM DEVE TEMER O OUTRO NEM SER SENTIR MENOR OU SUBMISSO
O MUNDO PRESICA MUDAR MAS FAZER O QUE SE A VIDA E ASSIM</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>FODA_SE TODOS AGORA NAUM ADIANTA RECLAMAR EM QUANTO TIVER CIADADAOS DE PRIMEIRA CLASSE E DE SEGUNDA CLASSE NA MESMA NACAO NUNKA IRA ACABAR A GERRA FODA_SE SEZIGUALDADE GERA RANCOR E ODIO QEM NAUM QUER ANDAR DE HONDA PRETO E BANCO DE COURO E TER A MULHER MAIS LINDA SENSUAL E ATRAENTE<br />
MUNDO DE ILUSOES<br />
O PODER DEVE SER COSTITUIDO DE UMA FORMA QE NINHUM HOMEM DEVE TEMER O OUTRO NEM SER SENTIR MENOR OU SUBMISSO<br />
O MUNDO PRESICA MUDAR MAS FAZER O QUE SE A VIDA E ASSIM</p>
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		<title>By: Alexandre de Sousa</title>
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		<dc:creator>Alexandre de Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2007 18:02:45 +0000</pubDate>
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		<description>Roger, acho que eles são enterrados a sete palmos do chão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Roger, acho que eles são enterrados a sete palmos do chão.</p>
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		<title>By: Alexandre de Sousa</title>
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		<dc:creator>Alexandre de Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Mar 2007 17:56:58 +0000</pubDate>
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		<description>Vinícius,
Mais um texto magnífico! Porque vc não faz um blog? Vc deveria estar conosco nessa luta, expondo suas lúcidas idéias à respeito de segurança púlica. O último parágrafo então, 10! Parabéns.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vinícius,<br />
Mais um texto magnífico! Porque vc não faz um blog? Vc deveria estar conosco nessa luta, expondo suas lúcidas idéias à respeito de segurança púlica. O último parágrafo então, 10! Parabéns.</p>
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		<title>By: Alexandre de Sousa</title>
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		<dc:creator>Alexandre de Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2007 16:49:58 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigado Carlos,
Baixei o programa, mas acho que não vai atender ao que eu preciso. Já tenho o feed, só não sei como publicá-lo no site.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado Carlos,<br />
Baixei o programa, mas acho que não vai atender ao que eu preciso. Já tenho o feed, só não sei como publicá-lo no site.</p>
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		<title>By: Alexandre de Sousa</title>
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		<dc:creator>Alexandre de Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2007 16:24:36 +0000</pubDate>
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		<description>Haoli,
Obrigado pela correção, já mudei lá. Antes fosse a pressa, foi incapacidade técnica mesmo. E de imaginar que um monte de gente viu e não falou nada... obrigado mais uma vez!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Haoli,<br />
Obrigado pela correção, já mudei lá. Antes fosse a pressa, foi incapacidade técnica mesmo. E de imaginar que um monte de gente viu e não falou nada&#8230; obrigado mais uma vez!</p>
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		<title>By: Carlos</title>
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		<dc:creator>Carlos</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2007 15:48:24 +0000</pubDate>
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		<description>http://www.giveawayoftheday.com/feed-editor/

Só hoje (19 de março) o programa está sendo dado de graça. Vai lá e pega.

Aliás, parabéns pelo bom trabalho.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.giveawayoftheday.com/feed-editor/" rel="nofollow">http://www.giveawayoftheday.com/feed-editor/</a></p>
<p>Só hoje (19 de março) o programa está sendo dado de graça. Vai lá e pega.</p>
<p>Aliás, parabéns pelo bom trabalho.</p>
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		<title>By: Haoli</title>
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		<dc:creator>Haoli</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2007 14:21:45 +0000</pubDate>
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		<description>&quot;Para outras, eu vou precisar de uma - acessoria - técnica dos meus amigos visitantes. &quot; - Campeão... deixou ACESSORIA passar batido! Deve ser a pressa né... gde abraço.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Para outras, eu vou precisar de uma &#8211; acessoria &#8211; técnica dos meus amigos visitantes. &#8221; &#8211; Campeão&#8230; deixou ACESSORIA passar batido! Deve ser a pressa né&#8230; gde abraço.</p>
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		<title>By: Vinícius D. Cavalcante, CPP</title>
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		<dc:creator>Vinícius D. Cavalcante, CPP</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2007 06:17:11 +0000</pubDate>
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		<description>É realmente uma tristeza ver ao ponto em que chegamos. E pensar que o Rio de Janeiro, sobretudo nos idos da Guanabara, já foi orgulhoso da sua eficiência policial...

Hoje nossos policiais morrem nas ruas porque muitos do que deveriam reprimir as condutas delituosas, com elas se acumpliciam e delas se locupletam. Houve uma época em que se poderia falar de “delitos de polícia” e “delitos absolutamente incompatíveis com o decoro policial”, porém essa linha já há muito tênue entre “os mocinhos” e “os bandidos”, hoje simplesmente deixou de existir.

Uma das coisas que mais atrapalha a manutenção da segurança do cidadão e a ordem pública é o lucro com o tráfico de drogas e os interesses inconfessáveis de políticos, ONGs e de autoridades que recebem o seu “por fora”. Ninguém tem a coragem de admitir ou falar claramente sobre isso, mas sabemos que, no mundo real, isso é mais comum do que parece ou do que o público em geral imagina. As ligações com o crime asseguram votos e muito dinheiro não contabilizado, do tipo que se guarda nas cuecas, em cofres discretos ou que se transporta nas malas, caixas de bebida e em jatinhos. A corrupção garante que traficantes possam controlar seus domínios de dentro dos próprios cárceres, enquanto que agentes de autoridade, de salário modesto, possam ostentar vistosos carros de luxo e residir em endereços nobres da cidade. Ela assegura que as condições de segurança de uma carceragem sejam mantidas mínimas o suficiente para que nela possam entrar telefones celulares, computadores e em certos casos, drogas e armas. É a corrupção que assegurou (e talvez assegure ainda) “escolta policial” para bicheiros procurados e perigosos traficantes de drogas. Infelizmente, em matéria de segurança pública existem duas “realidades”: uma acerca da qual se fala (sempre “em tese”, com idealismo, honestidade e boas intenções) e a outra – nua, crua e muitíssimo pouco ética – que é a realidade em que vivemos. 

Sofremos em virtude da falta de continuidade nas ditas políticas de segurança, implementadas, sem solução de continuidade, por cada governo que passa pelo Estado. Nossa segurança não deveria estar à mercê dos grupos políticos, os quais precisam convencer o eleitorado de que só eles detém realmente a solução para o problema. Segurança é Política de Estado e não política de um governo. O fato deste ou daquele recurso, instituição, tropa ou tática poderem ser associados à figura específica de um governo ou político, fazem com que os planejamentos – alguns até implementados com sucesso –  venham a ser periódica e sucessivamente modificados, descontinuados numa clara confirmação de que – realmente – a nossa política de segurança até bem pouco tempo não vinha sendo traçada pelos mais experientes técnicos e profissionais da área. A inconstância ainda me assombra! Num dia o preso famoso é troféu, que vale à pena ser pessoalmente escoltado do exterior pra cá, noutro dia, após deixá-lo bagunçar com o sistema penitenciário, ele é um problema que se tenta devolver à Brasília ou passar a alguma uma outra Unidade da Federação...

Essa politicagem na segurança acabou favorecendo um discurso de supostos &quot;DIREITOS HUMANOS&quot;, o qual só serviu para fortalecer o crime. Toda essa podridão é consubstanciada por estudos acadêmicos, que aliás, existem em quantidade. Talvez mesmo em quantidade excessiva, uma vez que não nos faltam intelectuais eloqüentes, de apreciável currículo acadêmico, dispostos a apresentar suas novas teorias aos políticos “da hora”, sobretudo se lhes for assegurada alguma “boquinha” no governo. A polícia e a população se tornam cobaias nesses experimentos de segurança pública e, convenhamos, isso não parece importar muito. Problemas excepcionalmente complexos e com tantas variáveis não podem ter soluções fáceis, ou que se originem de uma única pessoa (ou de um único segmento), em detrimento da opinião de todos os demais envolvidos. A experiência me ensinou que algumas pessoas costumam ser bem levianas quando são os outros que estão arriscando a pele e tomando os tiros. 

Nós deixamos as coisas chegarem a este ponto. A sociedade tem sua responsabilidade. Quando contrapostos a um estado vacilante os bandidos, astuciosamente, “crescem” e ocupam todos os espaços que o Poder Público lhes cede. Nossos escrúpulos são costumeiramente tomados como complacência e acovardamento. A contemporização, pregada por muitas ONGs, há muito vem sendo encarada pela criminalidade como fraqueza e isso não nos assegura dias melhores. Devemos ser pró-ativos e nos prepararmos de verdade para o enfrentamento de uma criminalidade que já possui armamento e recursos muitíssimo mais letais do que os que foram empregados nas ações em São Paulo e no Rio de Janeiro; uma criminalidade que não hesita em lançar mão de ações terroristas. Devemos empregar todos os recursos postos à disposição do Estado, as agências de inteligência, inclusive lançando mão de um eficaz trabalho de operações psicológicas e de propaganda. Devemos ter coragem e francamente admitir que o combate a uma criminalidade que se permitiu chegar ao ponto em que chegou vai, infelizmente acarretar baixas civis, cerceamento de liberdades e contrariedades inerentes ao estado de enfrentamento dessa autêntica guerrilha urbana. Não há caminhos fáceis ou fórmulas mágicas para o sucesso que queremos alcançar. O cidadão não deve ser iludido; devemos explicar à população que ela deve enfrentar os criminosos com todos os meios de que dispuser e não acovardar-se. O cidadão tem de confiar nas forças de segurança e cooperar com elas. Devemos instrumentalizar o cidadão para usar suas armas de porte registradas, pois, como as forças de segurança do Estado não podem estar em toda parte, pode não restar outra alternativa ao homem de bem  se não a de defender-se sozinho e com as armas de que dispõe. Quem deve ser instado a temer é o criminoso, nunca o cidadão de bem. A sociedade civil precisa reagir, e fazer ver aos criminosos que &quot;a chapa tá quente&quot;! A história demonstra que vestir-se de branco e ir a passeatas não acarreta resultado prático na vontade dos criminosos. Temos de mudar o nosso Código de Processo penal e fazer com que pungar a sociedade realmente mereça punições severas. Nossa sobrevivência enquanto cidadãos livres está intimamente ligada a esse “bom combate”. Precisamos realmente ensejar ações coordenadas, de todos os setores da sociedade, a fim de re-colocar essa situação nos eixos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É realmente uma tristeza ver ao ponto em que chegamos. E pensar que o Rio de Janeiro, sobretudo nos idos da Guanabara, já foi orgulhoso da sua eficiência policial&#8230;</p>
<p>Hoje nossos policiais morrem nas ruas porque muitos do que deveriam reprimir as condutas delituosas, com elas se acumpliciam e delas se locupletam. Houve uma época em que se poderia falar de “delitos de polícia” e “delitos absolutamente incompatíveis com o decoro policial”, porém essa linha já há muito tênue entre “os mocinhos” e “os bandidos”, hoje simplesmente deixou de existir.</p>
<p>Uma das coisas que mais atrapalha a manutenção da segurança do cidadão e a ordem pública é o lucro com o tráfico de drogas e os interesses inconfessáveis de políticos, ONGs e de autoridades que recebem o seu “por fora”. Ninguém tem a coragem de admitir ou falar claramente sobre isso, mas sabemos que, no mundo real, isso é mais comum do que parece ou do que o público em geral imagina. As ligações com o crime asseguram votos e muito dinheiro não contabilizado, do tipo que se guarda nas cuecas, em cofres discretos ou que se transporta nas malas, caixas de bebida e em jatinhos. A corrupção garante que traficantes possam controlar seus domínios de dentro dos próprios cárceres, enquanto que agentes de autoridade, de salário modesto, possam ostentar vistosos carros de luxo e residir em endereços nobres da cidade. Ela assegura que as condições de segurança de uma carceragem sejam mantidas mínimas o suficiente para que nela possam entrar telefones celulares, computadores e em certos casos, drogas e armas. É a corrupção que assegurou (e talvez assegure ainda) “escolta policial” para bicheiros procurados e perigosos traficantes de drogas. Infelizmente, em matéria de segurança pública existem duas “realidades”: uma acerca da qual se fala (sempre “em tese”, com idealismo, honestidade e boas intenções) e a outra – nua, crua e muitíssimo pouco ética – que é a realidade em que vivemos. </p>
<p>Sofremos em virtude da falta de continuidade nas ditas políticas de segurança, implementadas, sem solução de continuidade, por cada governo que passa pelo Estado. Nossa segurança não deveria estar à mercê dos grupos políticos, os quais precisam convencer o eleitorado de que só eles detém realmente a solução para o problema. Segurança é Política de Estado e não política de um governo. O fato deste ou daquele recurso, instituição, tropa ou tática poderem ser associados à figura específica de um governo ou político, fazem com que os planejamentos – alguns até implementados com sucesso –  venham a ser periódica e sucessivamente modificados, descontinuados numa clara confirmação de que – realmente – a nossa política de segurança até bem pouco tempo não vinha sendo traçada pelos mais experientes técnicos e profissionais da área. A inconstância ainda me assombra! Num dia o preso famoso é troféu, que vale à pena ser pessoalmente escoltado do exterior pra cá, noutro dia, após deixá-lo bagunçar com o sistema penitenciário, ele é um problema que se tenta devolver à Brasília ou passar a alguma uma outra Unidade da Federação&#8230;</p>
<p>Essa politicagem na segurança acabou favorecendo um discurso de supostos &#8220;DIREITOS HUMANOS&#8221;, o qual só serviu para fortalecer o crime. Toda essa podridão é consubstanciada por estudos acadêmicos, que aliás, existem em quantidade. Talvez mesmo em quantidade excessiva, uma vez que não nos faltam intelectuais eloqüentes, de apreciável currículo acadêmico, dispostos a apresentar suas novas teorias aos políticos “da hora”, sobretudo se lhes for assegurada alguma “boquinha” no governo. A polícia e a população se tornam cobaias nesses experimentos de segurança pública e, convenhamos, isso não parece importar muito. Problemas excepcionalmente complexos e com tantas variáveis não podem ter soluções fáceis, ou que se originem de uma única pessoa (ou de um único segmento), em detrimento da opinião de todos os demais envolvidos. A experiência me ensinou que algumas pessoas costumam ser bem levianas quando são os outros que estão arriscando a pele e tomando os tiros. </p>
<p>Nós deixamos as coisas chegarem a este ponto. A sociedade tem sua responsabilidade. Quando contrapostos a um estado vacilante os bandidos, astuciosamente, “crescem” e ocupam todos os espaços que o Poder Público lhes cede. Nossos escrúpulos são costumeiramente tomados como complacência e acovardamento. A contemporização, pregada por muitas ONGs, há muito vem sendo encarada pela criminalidade como fraqueza e isso não nos assegura dias melhores. Devemos ser pró-ativos e nos prepararmos de verdade para o enfrentamento de uma criminalidade que já possui armamento e recursos muitíssimo mais letais do que os que foram empregados nas ações em São Paulo e no Rio de Janeiro; uma criminalidade que não hesita em lançar mão de ações terroristas. Devemos empregar todos os recursos postos à disposição do Estado, as agências de inteligência, inclusive lançando mão de um eficaz trabalho de operações psicológicas e de propaganda. Devemos ter coragem e francamente admitir que o combate a uma criminalidade que se permitiu chegar ao ponto em que chegou vai, infelizmente acarretar baixas civis, cerceamento de liberdades e contrariedades inerentes ao estado de enfrentamento dessa autêntica guerrilha urbana. Não há caminhos fáceis ou fórmulas mágicas para o sucesso que queremos alcançar. O cidadão não deve ser iludido; devemos explicar à população que ela deve enfrentar os criminosos com todos os meios de que dispuser e não acovardar-se. O cidadão tem de confiar nas forças de segurança e cooperar com elas. Devemos instrumentalizar o cidadão para usar suas armas de porte registradas, pois, como as forças de segurança do Estado não podem estar em toda parte, pode não restar outra alternativa ao homem de bem  se não a de defender-se sozinho e com as armas de que dispõe. Quem deve ser instado a temer é o criminoso, nunca o cidadão de bem. A sociedade civil precisa reagir, e fazer ver aos criminosos que &#8220;a chapa tá quente&#8221;! A história demonstra que vestir-se de branco e ir a passeatas não acarreta resultado prático na vontade dos criminosos. Temos de mudar o nosso Código de Processo penal e fazer com que pungar a sociedade realmente mereça punições severas. Nossa sobrevivência enquanto cidadãos livres está intimamente ligada a esse “bom combate”. Precisamos realmente ensejar ações coordenadas, de todos os setores da sociedade, a fim de re-colocar essa situação nos eixos.</p>
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