Logotipo

O último bizu forte do aumento salarial: 25%, de uma vez só.

by Alexandre de Sousa on 06/03/2007

Boatos, bizús e palpites não param de surgir com relação ao aumento de salário para os policiais militares. O aumento é tido como praticamente certo, mas de quanto? 50%, 30%, 20%? Em quantas milhares de parcelas? Quanto maior a demora, maior a ansiedade e maiores as especulações.

O quadro de salários da PMERJ, lançado na rede pelo Major Wanderby e o Projeto 200 anos, e reproduzido no Diário de um PM, fez candidato que passou em 2º lugar no concurso para Oficial desistir de ser PM. E fez blogueiro chegar a conclusão de que compensa mais ser blogueiro do que PM nesse país.

Bem, não posso concordar com eles inteiramente, porque o salário não deve ser a única motivação para uma profissão. Mas, que é um absurdo, o Estado de 3ª maior arrecadação do país e com sérios problemas na segurança pública ter uma Polícia Militar com um dos piores vencimentos, ah, isso é! Basta comparar no tabelão de salários de algumas das Polícias Militares no Brasil.

Mas, terminei aquele post com esperanças renovadas. Citei o Plano Diretor da PMERJ, segundo o qual a questão salarial é a grande prioridade dos próximos três anos. E teve a criação de uma comissão especial de reposição salarial, para dar prosseguimento à proposta apresentada ao governador. E o próprio excelentíssimo tem declarado que o aumento de salário para os profissionais de segurança pública não seria despesa, mas investimento.

Então agora só falta a bufunfa no contracheque.

Bom mesmo, seria se fosse antendida a uma das 4 propostas apresentadas pelo Major Wanderby, de integração salarial com a polícia civil, como foi feito em Goiás.

Mas o último bizu forte que recebi foi de, anote aí, 25% de aumento, de uma vez só.

Posts Relacionados

{ 1 trackback }

Disparidades salariais na PMERJ e perspectivas de reajuste
07/08/2008 at 7:44 PM

{ 307 comments… read them below or add one }

1 J. Madeira 30/01/2010 at 12:49 PM

MENTIRA TEM PERNAS CURTAS.

Z, você tem razão!

Você que sempre disse que a PCDF, não protegia a bandidagem do Roriz, revela de fato que está mentindo, assim como toda a cúpula da PCDF.

Veja só o que o CORREIO BRAZILIENSE trouxe hoje(30-01-2010), sobre o delegado-aposentado Durval Barbosa e o ex-governador Roriz, padrinho da PCDF. Aliás, nenhuma novidade. Só é novidade para os bandidos da PCDF e para os desinformados!

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/01/30/cidades,i=170149/DINHEIRO+DE+DURVAL+ABASTECEU+CAMPANHA+DE+RORIZ+E+ABADIA.shtml

Caixa de Pandora »
Dinheiro de Durval abasteceu campanha de Roriz e Abadia
Secretário de Planejamento na gestão anterior recebia valores para pagar os custos das disputas dos ex-governadores ao Senado e ao Buriti. Em um mês, a quantia chegou a R$ 40 mil

Publicação: 30/01/2010 08:24
Um dos personagens da Operação Caixa de Pandora, deflagrada em novembro pela Polícia Federal, José Luiz Naves, ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab), revelou que o destino do dinheiro repassado a ele por Durval Barbosa em 2006 era a campanha do ex-governador Joaquim Roriz ao Senado e de Maria de Lourdes Abadia ao governo do DF. À época, Naves era secretário de Planejamento do governo Abadia.
Em entrevista ao Correio, Naves afirmou desconhecer a origem do dinheiro. “Nunca procurei saber a origem desse dinheiro, só ia buscá-lo com o Durval para pagar os gastos da campanha. O valor era variável, acho que o maior montante foi R$ 40 mil em um mês”, disse. Naves também negou as denúncias, feitas por Durval à PF, de que ele teria trabalhado para facilitar a assinatura de contratos entre o GDF e empresas doadoras de recursos à campanha do então candidato José Roberto Arruda.

“Atitude insana”
Naves apresentou sua defesa à Corregedoria do DF e se colocou à disposição do Ministério Público do DF e Territórios e dos deputados distritais para uma eventual acareação com o ex-secretário de Relações Institucionais Durval Barbosa. Ele afirmou ainda que, durante sua participação no governo Arruda, como presidente da Codhab, nunca ouviu falar do suposto pagamento de propina a políticos da base aliada para que votassem de acordo com os interesses do governo.
José Luiz Naves classifica o depoimento de Durval Barbosa como uma “atitude insana e inescrupulosa” e desmente a denúncia de que teria trabalhado para arrecadar recursos para a eleição de Arruda ao Buriti. “Eu jamais faria esse jogo duplo. A primeira vez que eu conversei com o Arruda foi depois das eleições”, garante. Quando Arruda assumiu o governo, convidou Naves para ficar à frente da Administração Regional de Samambaia. Logo depois, ele assumiu a presidência da Codhab, onde comandou projetos de grande apelo eleitoral, como a distribuição de lotes para pessoas carentes e para policiais militares e professores.

Cinco perguntas para José Luiz Naves, secretário de Planejamento no governo de Maria de Lourdes Abadia e ex-presidente da Codhab (já na gestão de Arruda)
O senhor aparece em um vídeo divulgado por Durval Barbosa recebendo dinheiro. Qual era a finalidade desses recursos?
É importante destacar que esse vídeo foi feito em 2006. Coincidentemente, foi a última vez na vida que vi Durval Barbosa. Isso foi às vésperas das eleições e eu coordenava as campanhas de Joaquim Roriz para o Senado e de Maria Lourdes Abadia ao governo do DF. Eu comandava a estratégia da campanha, principalmente no Entorno. Então, de 15 em 15 dias, eu ia ao escritório do Durval buscar dinheiro para bancar a logística da campanha.

Qual a origem desses recursos?
Nunca procurei saber a origem desse dinheiro, só ia buscá-lo com o Durval para pagar os gastos da campanha. O valor era variável, acho que o maior montante foi R$ 40 mil em um mês.

Se o senhor estava trabalhando na campanha de Maria de Lourdes Abadia ao governo, por que Durval o acusa de ajudar na captação de recursos para a campanha do então candidato Arruda, adversário de Abadia?
Essas declarações não passam de uma atitude insana, tudo é uma grande mentira. Foi um ato inescrupuloso do Durval, acho que ele está tendo alucinações. A primeira vez que eu conversei com o Arruda foi depois das eleições, quando ele resolveu me indicar para comandar a Administração de Samambaia, a pedido da deputada distrital Jaqueline Roriz. Como coordenador da campanha da Abadia, eu nunca recebi nenhum emissário do Arruda. Eu jamais faria esse jogo duplo.

Como você reagiu às denúncias de Durval Barbosa?
Logo que surgiram essas denúncias infundadas, eu me afastei da presidência da Codhab e procurei a Corregedoria do DF para me explicar. Mostrei que o vídeo divulgado pelo Durval foi gravado em 2006, antes de eu assumir a Administração de Samambaia e a presidência da Codhab.

O senhor pretende trabalhar em prol de algum candidato nas eleições deste ano?
Minha prioridade agora é esclarecer os fatos. Tenho 20 anos de vida pública, já fui secretário de Solidariedade, de Trabalho, de Relações Institucionais e de Planejamento, durante o governo Roriz. Depois fui administrador de Samambaia e presidente da Codhab. Nas imagens que o Durval divulgou, dá para ver que a minha atitude é de total desprendimento com relação ao dinheiro que recebi. Isso porque o dinheiro não era para mim, não me pertencia. Tudo era para a campanha. Não cometi nenhum ilícito.

COMENTÁRIOS
Autor: michele sousa
Viu só! Roriz, Abadia,Jaqueline Roriz,Milton Barbosa todos finaciaram suas camponhas com o dinheiro arrecadado do Durval e deve ter mais gente aí, Bessa e outros…Continua a investigação e esperemos os proximos capitulos.
Autor: Jl Madeira
E agora, PCDF? Vão viver de quê? O último bastião de vocês, o Roriz, está começando a aparecer definitivamente no esquema! Graças à polícia-mor, a PF!
Autor: ARISTÓFANES SILVA
É Marcos Almeida, a situação e desanimadora visto a situação vergonhosa que a câmara distrital se encontra, mas colocar tudo no mesmo saco é dizer para eles que não temos consciência política e nem capacidade de separar o joio do trigo e os curruptos que se instalaram na capital se beneficiam disso.
Autor: augusto gus
Agora me vem esse cara dizer que tem vinte anos de vida pública, que era coordenador de campanhas políticas, e que não sabia de onde vinha o dinheiro, e que o cara do panetone não tinha nenhuma participação?? Tudo ensaiado. Bando de ladrões, o lugar de vocês é no fundo de uma cela na papuda. Fora!!!
Autor: Alberto Oliveira
Agora só falta estabelecer a ligação do MAGELA (PT) com o esquema para que tudo se esclareça. O ARRUDA não é santo todo mundo sabe Mas as imagens são de 2006 A PF tem que investigar a GRPU para saber porque particulares estão cercando áreas da UNIÃO com respaldo dos fiscais da GRPU e AGEFIZ. AÍ TEM
Autor: ARISTÓFANES SILVA
ATÉ MESMO PELOS SEUS 20 ANOS DE VIDA PÚBLICA, O EX SECRETÁRIO DEVERIA CONTRIBUIR MAIS PARA A ELUCIDAÇÃO DOS FATOS E DEVOLVER A BRASÍLIA A RESPEITABILIDADE QUE ELA MERECE. DIZER QUE NÃO SABE ORIGEM DO DINHEIRO, REAFIRMA O STIGMA QUE BRASÍLIA É A CAPITAL DA IMPUNIDADE E DA CORRUPÇÃO E NÃO MERECEMO ISSO
Autor: Marcos Almeida
Eh meus amigos, são todos iguais!!!!! Tudo farinha do mesmo saco.
Autor: carlos vieira
O Roriz pode esperar que a tua hora vai chegar…e tá chegando..
Autor: João Neto
NOVIDADE!!!!!!!
Autor: FRANCISCO VIEIRA
É evidente que essas gravações do sr Durval já aconteceram também no governo passado.O dinheiro faz a diferença.
Autor: DAvid Souza
É interessante com funcionam as coisa no cenário politico, o sujeito trabalha para eleger o coronel Roriz, recebe dinheiro do Durval para esse fim, sai um pouco do cenário e depois, já volta nomeado para um cargo importante no governo Arruda a pedido da filha do Roriz. Brasília, um CALDEIRÃO de lama.
Autor: herivel cacau
PAREÇE QUE NÃO VAI SOBRAR NADA P/ O GOVERNADOZINHO DE MERDA, SO SOBROU P/ HOMEN DA MEIA KKKKKKKK, OLÁ PAI DOS POBRES ESTAMOS COM V/Ç, CONTE CONOSCO (RORIZ VOLTE LOGO PAI DOS POBRES)
Autor: joao moreira
nossa que bomba, a imprensa acaba de tomar conhecimento, da existencia do fogo. que hipocritas
Autor: Sérgio Prado
Quanta trairagem deste cidadão. Trabalhou no governo Abadia e depois que ofereceram rios de dinheiro para ficar no outro, faz acusações levianas e sem provas para prejucá-los. Êta política podre.
Autor: francisco silva
eu já sabia, porque o velho ladrão não fala nada,porque a velha acabada não fala nada,rabo preso!esse coronel de quinta ainda que voltar ao poder para roubar mais ainda, fora professor do arruda e abadia!fora bando!!!
Autor: geraldo santos
Engraçado, na hora que a coisa começa a apertar todo mundo é santo,não sabe de nada. Logo o Sr.José Luiz que vivia ao lado de Roriz e Maria de Loudes, não sabia da orígem do dinheiro para a campanha desses dois Lalaus, acredite se quiser.
Autor: Hildo Evaristo
Pegar uma montanha de R$ e ficar DESPRENDIDO é porque já estava acostumado, ou seja, não tem conserto é inveterado.
Autor: STENIO FREITAS
ACHO QUE TODOS DE BRASILIA ACREDITAMREALMENTE QUE JOSÉ LUIZ É SANTO. NA HIERARQUIA DIVINA APÓS SERVÇO DE DEUS LOGO CHEGARÁ A SANTO. QUE COISA FEIA MENTIR. ESSE ENTÃO MERECE CADEIA SÓ POR MENTIR. O DINHEIRO QUE SE LASQUE. CORNÉLIO FILHO FREITAS-SERRA DETABERÁBA=SOBRAL/CE
Autor: cristopher albino
Espero que todos do Distrito Federal vejam essas reportagens, pois á origem de toda essa bagunça foi com RORIZ. E quando ele se candidatar não votem nesse infeliz.
Autor: STENIO FREITAS
Podem acreditar. o Sr.JOSÉ LUIZ está falando a puraverdade. Ninguém em sã consciência duvudaria de alguém tão ÍNCLUTO, PURO E DENONADO. EKE INCLUSIVE PÕE O SIGILO FISCAL, PRESTAÇÕES DECONTASELEITORAIS, E SEU IMPOSTO DE RENDA AVISTA. COITADO!!VAI PRRESONA MESMA HORA. CORNÉLIO FREITAS-SERRA DE TAPEROBA
Autor: Luciano Carvalho
Roriz também roubada, não é mesmo? Então, ladrão por ladrão, eu prefiro o Arruda, que ao menos faz alguma coisa pela cidade.
Autor: luis silva
Eu quero é novidade. Isso todo já sabe. Qual é o político que não ganha nada por fora?? Será que alguém se candidata para ajudar mesmo a população?? O sujeito gasta muito mais na campanha do que receberá de salário, lógico que ele irá roubar.
Autor: Atanagildo Brandolt
Que injustiça…. pobre homem !!!! Oleo de peroba nelle !
Autor: kelson eu
santinho!!!!!!!!
Autor: Leonardo Araujo
Por que será que não teve nenhum comentário??? Se fosse contra o Governo atual, estaria chovendo de comentarios… Para mim não é nenhuma novidade, desviar dinheiro público e tampar o sol com a peneira construindo uma ponte super faturada que não se lembra, e os pobres morando em invasões…
Autor: Jl Madeira
O CORREIO BRAZILIENSE, está, definitavamente, tornando-se um jornal além de capital, ESSENCIAL E IMPRESCINDÍVEL! Mil parabéns!
Autor: Laécio Laécio Alencar
e para o que a Câmara Legislativa vem fazendo, matérias positivas como se cada leitor do DF tenha escrito na cara: SOU OTÁRIO E BURRO. Respeito a quem paga o CB pra ler é o minimo que se espera de uma imprensa comprometida com o bom jornalismo. Manchetes contra o Arruda nem pensar.
Autor: Leandro Lopes
Está esquentando!! Cada vez mais se aproxima da velha raposa…
Autor: Laécio Laécio Alencar
Quanto o Naves recebeu do Arruda para dar esta entrevista? Este déspota pensa que a Polícia Federal engole suas mentiras. Devolve o apartamento do Estado que usa de graça, roubando o dinheiro do cidadão do DF. Sombra neste canalha, já! O CB é um peso e 2 medidas. Manchete para os desmandos de Roriz
Autor: vanores silva
(cont…) do mesmo chiqueiro, que agora começam a degradarem entre si.
Autor: Douglas Carvalho
“Não cometi nenhum ilícito”… Errados estão os estudantes que apanham por que protestam, errados estamos nós que votamos errado e errados estamos todos que não lutam contra esta bandalheira. Enquanto isso na Venezuela, em Honduras, em qualquer lugar sério… Vamos esperar que vai melhorar.
Autor: maria gonzaga
Acho que, para melhor elucidadar os fatos, a Polícia Federal deveria ouvir todos os dirigentes das empresas do complexo do GDF. Com certeza, descobrirá coisas do arco da velha.
Autor: vanores silva
A espingarda de DURVAL, capacho de RORIZ, esta começando a ampliar o seu raio de açao, o que todos nós já sabíamos. 1º acertou em cheio ARRUDA e seus aliados, agora começa a mudar a direção e acertar o próprio pé. RORIZ e ARRUDA sempre tiveram os mesmos aliados corúptos e safados, todos porcos…
Autor: Orlando Dias
Finalmente começa a surgir o “iceberg”.O que todos ja sabiam é que não ha diferença na prática política do Arruda e Roriz:criador e criatura.Resta agora levar a fundo essa linha de investigação para que nunca mais tenhamos esses corruptos no comando do GDF.Roriz nunca mais.
Autor: Theo Britto
OLHA SÓ !!!!!!, já estão classificando o Durval de Insano e Inescrupuloso…NOSSA !!!!!, como é nosso Brasil Cabôclo de Mãe Prêta e Pai João…kkkkkkkkkkkkkk

2 J. Madeira 30/01/2010 at 12:57 PM

Z,
enquanto você tentou dizer que eu estava mentindo sobre o envolvimento da cúpula da PCDF, em todo esse esquema criminoso, que vem desde o governo Roriz, que os senhores acbertaram, com o fim de garantir os constantes aumentos de salários; enquanto isso, o seu delegado-deputado Alírio Neto da PCDF, se encarregava de mostrar que eu disse a verdade sobre vocês, ao fazer um grande esforço para sepultar a CPI da CODEPLAN, que investiga(ria), o delegado aposentado Durval Barbosa, Arruda e cia!

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/01/21/cidades,i=168236/PRESIDENTE+DA+CPI+DA+CODEPLAN+NEGA+MANOBRA+E+DIZ+QUE+CULPA+E+DO+JUIZ.shtml

Presidente da CPI da Codeplan nega manobra e diz que culpa é do juiz

Agência Brasil
Publicação: 21/01/2010 19:45
Apesar de a oposição classificar o fim da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), criada na Câmara Legislativa do Distrito Federal para investigar o suposto esquema de corrupção no governo local, de umamanobra dos governistas, o presidente da comissão, deputado Alírio Neto (PPS), afirma que a culpa peloencerramento do órgão é do juiz que afastou os deputados suspeitos de integrarem o esquema.

“A manobra foi do juiz”, respondeu Alírio, ao ser questionado por jornalistas.

Os distritais aliados ao governador José Roberto Arruda (sem partido) usaram a decisão do juiz Vinícius Silva, da 7ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal, para justificar o fim dos trabalhos da comissão, instalada no último dia 11. Os integrantes da CPI se reuniram apenas duas vezes.

Além de impedir oito deputados e dois suplentes de participar do andamento dos processos deimpeachment contra Arruda na Câmara, o juiz determinou a anulação de qualquer ato que tenha tido interferência ou tenha sido computado voto dos deputados afastados. Com base nessa decisão, Alírio Neto, com apoio da maioria da comissão, declarou que a CPI estava encerrada porque distritais afastados participaram das indicações dos membros da comissão e também assinaram ato pela autoconvocação da Câmara durante o recesso parlamentar.

No entanto, o deputado Paulo Tadeu (PT), único representante da oposição na CPI, argumentou que a decisão do juiz trata apenas de atos relacionados ao impeachment, o que não englobaria a comissão. Os petistas pretendem recorrer ao plenário da Casa para reverter a decisão de encerrar os trabalhos da comissão. No entanto, a maioria dos deputados é da base de apoio a Arruda.

O presidente em exercício, o petista Cabo Patrício, anunciou convocação extraordinária da Câmara a partir de segunda-feira (25). Na prática, o recesso parlamentar terminará e todos os distritais deverão voltar ao trabalho.

3 J. Madeira 30/01/2010 at 1:00 PM

JUIZ DESMENTE DELEGADO-DEPUTADO ALÍRIO NETO DA PCDF!

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/01/22/cidades,i=168451/JUIZ+DIZ+QUE+DECISAO+DO+TJDFT+NAO+AFETA+CPI+DA+CODEPLAN.shtml

Juiz diz que decisão do TJDFT não afeta CPI da Codeplan

Noelle Oliveira
Publicação: 22/01/2010 16:58 Atualização: 22/01/2010 17:25
O juiz Vinícius Santos Silva, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), afirmou nesta sexta-feira (22/1) que a decisão de afastar os deputados envolvidos na Operação Caixa de Pandora dos andamentos dos trabalhos da Câmara Legislativa diz respeito apenas às deliberações na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e na Comissão Especial, a qual ainda não foi criada, “não versando em momento algum sobre convocações extraordinárias, CPI, ou qualquer outra comissão”. A decisão foi publicada na quarta-feira (20/1) e afastou oito deputados distritais dos trabalhos relativos aos pedidos de impeachment contra o governador José Roberto Arruda.
Desta maneira o juiz derruba o argumento utilizado pelo presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Codeplan, Alírio Neto (PPS), o qual encerrou os trabalhos do grupo nesta quinta-feira (21/1) utilizando como justificativa a decisão do tribunal. O juiz deixou claro, também, que a decisão não diz respeito à convocação extraordinária da Casa, o que chegou a ser questionado por Alírio na reunião da CPI da Codeplan desta quinta. “A inteligência da decisão está dirigida ao reconhecimento de nulidade dos atos praticados especificamente nas comissões do processo de impedimento. Não encontro possibilidade racional, séria, de se interpretar extensivamente o que decidido para alcançar situações outras, não descritas nos autos”, afirmou o juiz.
Alírio alegou que os parlamentares citados pelo TJDFT haviam assinado o requerimento que criou a comissão, o que acarretaria em sua anulação. Para o juiz tratou-se de uma ‘manobra indevida’ o encerramento dos trabalhos do grupo. “Não pode uma das partes, utilizando-se de manobras indevidas, criar, a seu bel prazer, uma segunda decisão que atenda a seus interesses”, disse.
Vinícius Santos Silva intimou “com urgência” o presidente da Câmara Legislativa e o presidente da CPI da Codeplan. Os esclarecimentos foram prestado após pedido da seccional do DF da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF) que entrou nesta sexta-feira com um embargo de declaração sobre a decisão do TJDFT, pedindo esclarecimentos ao juiz responsável pela determinação.

COMENTÁRIOS NO correiobraziliense.com.br:
Autor: miguel junior
Engraçado. Quando a PCDF estava em greve, alguns “inteligentes” grevistas acusavam outras categorias de não terem capacidade intelectual para passarem no concurso da Civil. Enquanto isso, um Delegado-Deputado não tem inteligência para interpretar uma decisão judicial.Quanto “QI” eles tem não é mesmo?
Autor: Frnacisco Pessoa
Esse Alirio deve usar óleo de peroba. Eta, deputadozinho cara de pau.
Autor: joão freitas
Obrigado, excelentíssimo sr. Juiz Vinícius Santos Silva, o povo do DF agradece a figuras que tem alguma parcela de poder nas mãos, que possam restabelecer o Estado de Direito, na nossa capital, tão vilipendiada por figuras celeradas que dizem nos “defender”.
Autor: joão freitas
E agora seu alírio?? Qual a desculpa pra encerrar os trabalhos da CPI?? Que carraspana, heim!!! E esses são os deputados que dizem representar o povo do DF. Eu não votei nos senhores, nem me sinto representado por v. sas.! O bom Deus me deu um pouco de inteligência e discernimento.
Autor: Guilherme Rbr
Como disse o prório Juiz, tal interpretação seria uma afronta à dignidade da Justiça
Autor: Antonio Gomes
Já entendí tudo, o tal Alirio é Delegado da PCDF, o tal Durval também ´Delegado da PCDF e irmão do outro Deputado Delegado Milton Barbosa, o tal Toledo é Agente da PCDF, meu Deus, quem vai prender quem?
Autor: Edna Amorim
Ele deve ter pensado: “se colar, colou!”. Obrigado exmo. juiz.
Autor: Waldemar Paula
O Sr. Alirio sepultou a CPI do BRB no último momento, retirando a sua assinatura e agora tentou acabar com a da Corrupção. Ainda estão falando neste Sr. para Governador.
Autor: JEAN
Brasília agradece ao MM. Julgador…colocando um basta nas palavras de um Deputado metido a interpretar decisões…Nobre Deputado Alírio V. Exa. deveria ser racional, sério ao invés de bancar o advogado do Arruda…tá nervoso tá? RECORRE e vê se consegue mudar a decisão! Viva a JUSTIÇA!!!
Autor: Xim Caon
Alíbrio seu ignorante, não sabe nem interpretar uma decisão judicial, ou será que fez de propósito?? Até quando vamos suportar tanta corrupção e manobras políticas pra abafá-las, não sei não….
Autor: Jl Madeira
Um delegado-deputado mal-intencionado esse Alírio Neto! Deu interpretação para além do que está na sentença judicial, com o fito claro de favorecer alguém! Esperar o que de um deputado que já deu porrada em um servidor daquela casa no fim de 2008?!
Autor: Marcelo Silva
Ainda bem que o TJDF está barrando as atitudes destes distritais corruptos.Fora Arruda e distritais corruptos.
Autor: SEU SEU madruga
Alírio Neto chega a babar quando está defendendo o governo Arruda, parece mais um cão amestrado, isso é que é fidelidade “êta rabo preso”
Autor: walter quirino
A dúvida dos parlamentares da CLDF quanto às decisões do Juiz Vinícius acredito ser questão de nível sócio-cultural!
Autor: CLOVIS HACHUY
Infelizmente é quse impossivel derrubar uma quadrilha, como foi formada na Camara. Só a justiça vai conseguir por um fim nisso.
Autor: walter quirino
Abaixo os picaretas que estão a serviço do ainda Governador Arruda!
Autor: Francisco Moreira
A operação Caixa de Pandora revelou um sistêmico conluio para usurpação do dinheiro público, de gravidade insuportável. Todos envolvidos têm que deixar imediatamente o Governo. Se a CL não faz nada, temos que apelar para o Judiciário. Graças a Deus temos um Judiciário confiável.
Autor: Rodrigo Ladislau Batista
Mero detalhe: o Dep. Alírio Neto é Delegado de Polícia, portanto passou pela faculdade de direito. Saber interpretar uma decisão é elementar para o bacharel. Mas, espero que o bom senso continue, já que o interesse público em apurar – previsto na legislação – deve prevalecer.
Autor: Jane Silva
E o pedido de Intervenção Federal porque ainda não foi pedido? se a ex- predidente Estefânia estive a frente da OAB, talvez já teria feito. Não é o interesse atual presidente agir conforme vontade popular, afinal este tem muito a trabalhar para o ilustríssimo cliente Arruda. Manifestação sempre!
Autor: Douglas Carvalho
Não bastassem os 24 parlamentares que não servem para nada, ainda chamam mais 8. Quem vai pagar mais esta conta? Os idiotas que votaram neles? Sim é claro. Não há nada ali que justifique o funcionamento daquela “casa”. Não como moralizar, se não fechar e começar do zero. LAMENTÁVEL…
Autor: João Neto
É MUITO DIFÍCIL ACREDITAR NAS AUTORIDADES EXECUTIVAS, LEGISLATIVAS E JUDICIÁRIAS. É TUDO UM JOGO DE INTERESSES ENTRE OS PODERES, JOGO DO “TOMA LÁ, DÁ CÁ.” JOGARAM ESTERCO NA RAMPA DA CAMARA LEGISLATIVA. O PERIGO DISSO É OS DISTRITAIS SE ENCONDEREM, APROVEITANDO A CAMUFLAGEM OFERECIDA PELO ESTERCO.
Autor: Lara Macêdo
Viu Alírio?..Quem mandou não estudar?
Autor: Rodrigo Araujo
O DEP. ALIRIO QUE SUSCITASSE DUVIDA SOBRE A DICISÃO DO JUIZ E NÃO A BEL PRAZER FAZER TAL “MANOBRA POLÍTICA”. FICOU FEIO PARA O SENHOR, MENOSPREZAR A INTELIGÊNCIA DO POVO SR. ALIRIO NETO. APOIA O GOVERNADOR CQC. CUSTE O QUE CUSTAR.
Autor: JEAN
Um julgador exemplar e corajoso merece todos os votos de consideração…parabéns a V. Execelência pela conduta ilibada do julgado e por servir ao povo com eficiência, eficácia e efetividade no exercício legal de suas funções. Meus respeitos! Pois, Brasília agradece ao MM. Julgador EXEMPLO de JUIZ.
Autor: William Ferreira
Uai, se não atinge a CPI logo os afastados deverão retornar à CPI, somente mantendo-se afastados da CCJ e Comissão Especial… Só vejo contradição… Ops, Garçon…

4 J. Madeira 30/01/2010 at 1:02 PM

JUSTIÇA NÃO PERMITE MANOBRA DE DELEGADO-DEPUTADO DA PCDF, ALÍRIO NETO, QUE QUERIA PROTEGER ARRUDA E CIA!

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/01/23/cidades,i=168556/JUSTICA+GARANTE+CPI+NA+CAMARA+LEGISLATIVA.shtml

Justiça garante CPI na Câmara Legislativa
Depois de juiz esclarecer que a decisão de afastar oito deputados só se refere à CCJ e ao processo de impeachment, presidentes da Câmara e da Comissão Parlamentar de Inquérito da Codeplan afirmam que investigações continuarão. Relator, porém, não concorda com a retomada

Lilian Tahan
Luísa Medeiros
Publicação: 23/01/2010 10:49
O juiz Vinícius Santos Silva colocou um ponto final sobre as diferentes interpretações geradas a partir de uma decisão assinada por ele na última quarta-feira, que afasta oito distritais citados no inquérito da Caixa de Pandora dos processos de impeachment contra o governador José Roberto Arruda (DEM) e invalida os atos com a participação desses deputados vinculados ao impedimento do chefe do Executivo. Em resposta a um embargo de declaração (1) proposto pela Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF), o magistrado deixou explícito que sua determinação refere-se à proposta de afastamento do governador, não se estende à CPI da Codeplan e chamou de “manobras indevidas” e “um atentado contra a dignidade da Justiça” a atitude de distritais que enterraram a Comissão Parlamentar de Inquérito tomando como base a liminar proferida por ele.

No início da tarde de ontem, a OAB-DF apresentou o embargo de declaração na 7ª Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT), de onde partiu a decisão de afastamento dos oito distritais. Poucas horas depois, o juiz Vinícius Santos respondeu reforçando a decisão tomada dois dias antes e acrescentando a intimação com urgência do presidente em exercício da Câmara Legislativa e o presidente da CPI da Codeplan, representados, respectivamente, por Cabo Patrício (PT) e Alírio Neto (PPS).

Durante sessão de autoconvocação na última quinta-feira, Alírio havia anunciado o encerramento da Comissão Parlamentar de Inquérito por entender que a determinação do juiz se aplicava às investigações abertas em 11 de janeiro com o objetivo de apurar suposto esquema de corrupção citado no inquérito da Caixa de Pandora. Mas, ontem, ao saber da posição do juiz diante do embargo de declaração, Alírio afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que retomará os trabalhos da CPI a partir de segunda-feira.

Mesmo trocando em miúdos a decisão que, para o juiz Vinícius Santos Silva, é de “clareza solar”, os distritais ainda batiam cabeça sobre a determinação. Raimundo Ribeiro (PSDB) não admite que errou ao interpretar que a liminar anula a CPI da Codeplan. “Usei trechos da decisão do juiz para buscar uma clareza solar para interpretar o que foi dito por ele. Quando o juiz decide que qualquer ato praticado pelos citados perde a validade, considero que a CCJ e a CPI estão contaminadas”, insiste Ribeiro, que, apesar de ser o relator da Comissão Parlamentar de Inquérito, não confirmou presença no depoimento do ex-secretário de Relações Institucionais Durval Barbosa: “Não sei se existe CPI”.

Para o presidente em exercício da Casa, não há desculpa para os deputados evitarem o depoimento de Durval. O relato do pivô da crise que abalou os poderes no DF depende da presença de apenas um integrante da CPI. Paulo Tadeu (PT) confirmou que estará na próxima terça-feira, às 10h, na Superintendência da Polícia Federal, onde o ex-secretário de Relações Institucionais é aguardado. O depoimento ocorrerá fora da Câmara por questões de segurança, para evitar constrangimentos entre os deputados supostamente envolvidos e porque Durval Barbosa está no Programa de Proteção de Testemunha do governo federal. “Quem não concordar com as explicações do juiz que peça para sair ou entre com recurso na Justiça”, sugere Patrício.

Antes de o juiz esclarecer a decisão, Cabo Patrício tinha pedido aos líderes que apontassem na próxima sessão os nomes dos novos integrantes da CPI. Ontem à tarde, ele informou que o ato publicado no Diário da Câmara Legislativa será revogado no dia 25 e que a composição da comissão de inquérito continua a mesma.

Autoconvocação

Na próxima segunda-feira, os trabalhos da Câmara Legislativa serão retomados extraordinariamente em uma segunda autoconvocação, determinada pelo presidente em exercício, Cabo Patrício. Apesar de a base governista não concordar com a volta das atividades, os suplentes dos oito deputados afastados pela Justiça terão que comparecer à Casa. Eles foram notificados pela presidência e deverão participar de discussões que envolvam o impeachment do governador Arruda. Para tanto, os suplentes receberão salário equivalente ao do titular enquanto durarem as investigações. Cada deputado recebe mensalmente R$ 12,4 mil. Cabo Patrício explicou que os suplentes não terão direito a gabinete, mas poderão usar as dependências e a equipe técnica disponível na presidência.

Os deputados terão até 31 de janeiro para indicar os titulares e os suplentes da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e da Comissão Especial que vão apreciar os pedidos de impeachment do governador Arruda (sem partido). A decisão do juiz Vinicius Silva impede que distritais envolvidos no suposto esquema de corrupção no governo participem da comissão ou votem sobre o assunto no plenário da Casa. A deputada Eurides Brito (PMDB) foi diretamente atingida com a decisão. Como ela aparece em vídeo colocando dinheiro na bolsa, estaria impedida de participar da CCJ, para a qual havia sido indicada.

1 – Ponto nebuloso
Embargo de declaração é um expediente jurídico que funciona como um pedido formal de explicações sobre alguma decisão judicial. Essa ferramenta não tem o objetivo de alterar a sentença do juiz, apenas de tornar mais claro algum ponto nebuloso da decisão.

PPS QUER EXPLICAÇÕES
A conduta do distrital Alírio Neto (PPS) em relação à CPI da Codeplan será avaliada pelo Conselho de Ética do partido ao qual está filiado. A decisão de analisar a postura do deputado foi tomada pela direção da legenda e anunciada pelo presidente nacional Roberto Freire. Segundo a nota, Alírio violou determinação dos diretórios regional e nacional, que, segundo Freire, se posicionaram a favor das investigações sobre as denúncias de corrupção no governo e pelo afastamento de José Roberto Arruda (sem partido) do governo do DF. Alírio Neto disse ao Correio que comunicou ao partido na tarde de ontem o afastamento do bloco partidário do qual era líder na Câmara Legislativa, que reunia integrantes do PPS e do PMDB. “Adoto, com essa atitude, uma postura de total independência na Câmara”, disse o distrital.

Prudente apela ao STF

Apesar de ser pressionado pela base governista para renunciar ao cargo, o presidente afastado da Câmara Legislativa, Leonardo Prudente (sem partido), não deve tomar nenhuma decisão antes da reposta do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a ação que pede a suspensão da liminar que o tirou temporariamente da função. Na última quinta-feira, advogados do deputado ajuizaram no STF pedido contra a decisão do juiz Alvaro Luis Ciarlini, da 2ª Vara de Fazenda Pública do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT), que afasta Prudente do comando do Legislativo por entender que há indícios de envolvimento do distrital no suposto esquema de corrupção revelado na Operação Caixa de Pandora. A Procuradoria Geral da Câmara recorreu da liminar no TJ, mas o recurso foi negado.

Na ação protocolada no STF, os advogados de Prudente argumentam que a liminar viola o princípio da separação dos poderes, do devido processo legal e do voto popular e soberano. Após chegar às mãos do presidente do STF, Gilmar Mendes, a ação foi encaminhada para à Procuradoria Geral da República (PGR). O ministro pediu parecer sobre a questão antes de tomar sua decisão. Não há prazo para o documento voltar ao STF. Enquanto isso, o distrital Alírio Neto (PPS) vai apresentar na próxima segunda-feira requerimento ao plenário pedindo a destituição de Prudente do cargo.

Trecho

Confira o esclarecimento prestado pelo juiz Vinícius Santos Silva, da 7ª Vara de Fazenda Pública, acerca de sua decisão que afastou os oito deputados citados na Operação Caixa de Pandora:

# “Dando conta de encerramento da CPI da Codeplan, baseado em suposto cumprimento da decisão proferida nos autos, afirmo:

# a) o pedido do Ministério Público refere-se única e exclusivamente ao processamento do impeachment (CCJ e Comissão Especial Processante do Impeachment), não versando em momento algum sobre convocações extraordinárias, CPI, ou qualquer outra comissão;

# b) tendo em vista o princípio da congruência ou adstrição, o juiz não pode se pronunciar sobre pedidos não formulados nos autos, devendo-se ater aos estritos termos da inicial, que, repito, não versa sobre CPI e convocação extraordinária.

# Assim, é de clareza solar, a decisão somente afeta deliberações da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e eventual Comissão Processante de Impeachment, onde eventualmente tenha contado com voto de qualquer deputado ora afastado.”

5 J. Madeira 30/01/2010 at 1:13 PM

O MAIS EMBLEMÁTICO DISSO TUDO, É QUE UM DIA ANTES(20/01/10) DESSA MANOBRA PARA ACABAR COM A CPI EM 21/01/10, O DEPUTADO-DELEGADO DA PCDF, ALÍRIO NETO, FOI RECEBIDO PELO GOVERNADOR ARRUDA E MAIS OUTROS DELEGADOS-DEPUTADOS DA PCDF, MILTON BARBOSA E LAERTE BESSA, COM O FIM DE NEGOCIAREM BENEFÍCIOS SALARIAIS PARA A PCDF!

http://www.sinpoldf.com.br/sitenew/noticias_10/01_20_reuniao_governador.html

Não estou inventando! Está tudo documentado no ofício conjunto nº 011/010 de 20/01/2010, onde a primeira das assinaturas, é justamente a de Alírio Neto!

http://www.sinpoldf.com.br/sitenew/fotos_10/01_20_reuniao_gov_documento.pdf

Se não tirarem o link, ele ainda pode ser acessado hoje(30/01/2010)!

6 J. Madeira 08/03/2010 at 3:03 PM

MENTIRA TEM PERNAS CURTAS:

FINALMENTE, A VERDADE SOBRE OS ACOBERTAMENTOS DE POLÍTICOS CORRUPTOS PELA PCDF, E OS SEUS COINCIDENTES ALTOS SALÁRIOS!

http://dftv.globo.com/Jornalismo/DFTV/0,,MUL1518430-10039,00-POLICIAIS+CIVIS+AFIRMAM+QUE+ARRUDA+INTERFERIU+EM+INQUERITOS+SOBRE+CORRUPCAO.html

Policiais civis afirmam que Arruda interferiu em inquéritos sobre corrupção
Agente da Polícia Civil confirmam, em depoimento, que José Roberto Arruda impediu investigações de corrupção durante seu governo, antes de estourar a Operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal.
Em uma das buscas e apreensões da Operação Caixa de Pandora, policiais encontraram um documento sobre as Operações Tucunaré e Tellus, da Polícia Civil do Distrito Federal, na casa do conselheiro afastado do Tribunal de Contas do DF, Domingos Lamoglia. As anotações foram feitas pelo delegado aposentado da Polícia Civil Celso Ferro.

Em depoimento ao Ministério Público do DF, no dia 25 de fevereiro, o delegado diz que assessorou o governador na área de inteligência para alertar Arruda sobre investigações que poderiam afetar a imagem do governo. Em outro trecho, Celso Ferro conta que o governador se reuniu com a cúpula da Polícia Civil para perguntar se Marcelo Toledo era alvo da Operação Tucunaré e cobrou explicações.

Toledo é braço direito do ex-vice-governador, Paulo Octávio, e é investigado por participar de um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de recursos para o exterior. Ele também é citado no inquérito do Mensalão do DEM de Brasília.

Durante o julgamento do pedido de liberdade do governador afastado no Supremo Tribunal Federal (STF), a vice-procuradora-geral da República, Deborah Duprat, disse que José Roberto Arruda estava interferindo no andamento das operações da Polícia Civil. De acordo com o depoimento do delegado Celso Ferro, o governador teria exonerado os delegados responsáveis pelas operações por não ter sido informado sobre o andamento da investigação.

Um dos delegados afastados da função foi Cícero Jairo, que também prestou depoimento ao Ministério Público. Cícero foi diretor do Departamento de Atividades Especiais. O delegado confirma que foi exonerado a mando de Arruda por causa da Operação Tucunaré.

E o Superior Tribunal de Justiça (STJ) encaminhou à Câmara Legislativa pedido de autorização para instaurar processo contra José Roberto Arruda. Se os deputados aprovarem, o governador afastado vai responder criminalmente pela tentativa de suborno a uma testemunha do inquérito do Mensalão do DEM de Brasília. A Câmara não tem prazo para se manifestar.

Impeachment

O governador preso José Roberto Arruda se negou a assinar, nessa sexta-feira, dia 5, a notificação do processo de impeachment que corre contra ele na Câmara Legislativa. De acordo com o presidente da CLDF, Cabo Patrício (PT), o primeiro secretário da Mesa Diretora, deputado Batista das Cooperativas volta na segunda-feira, dia 8, para notificar Arruda de qualquer jeito, à revelia. A notificação pode ser feita mesmo sem a assinatura do governador. Batista deve apenas pegar a assinatura de duas testemunhas. E isso poderia ter sido feito ontem, como aconselhou o procurador da Câmara, Fernando Nazaré. A partir do momento que a notificação for entregue, começa a valer o prazo de 20 dias para a defesa.

Fred Ferreira

7 J. Madeira 08/03/2010 at 3:08 PM

MENTIRA TEM PERNAS CURTAS….

DELEGADO DA PCDF, AFIRMA QUE OS GOVERNADORES RORIZ E ARRUDA SEMPRE SOUBERAM DAS INVESTIGAÇÕES DA PCDF. EXPLICA-SE QUE, NA VERDADE, TODOS NO DF SABEM HÁ MAIS DE UMA DÉCADA QUE A PCDF USAVA INQUÉRITOS(DOSSIÊS), PARA CHANTAGEAR OS GOVERNADORES E OBTEREM VANTAGENS!

CORREIO BRAZILIENSE EM 06-03-2010

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/03/06/cidades,i=177891/FALEI+PARA+ELE+DEMITIR+DURVAL.shtml

ENTREVISTA – CELSO FERRO »
“Falei para ele demitir Durval”
Delegado aposentado diz que alertou Arruda para irregularidades no GDF e admite que o governador sabia das investigações em andamento

Ana Maria Campos
Publicação: 06/03/2010 09:22

Especialista em inteligência policial, o delegado aposentado da Polícia Civil do DF Celso Ferro procurou espontaneamente o Ministério Público do DF (MPDFT) para prestar um depoimento que acabou reforçando a convicção da Procuradoria-geral da República de que o governador afastado e preso, José Roberto Arruda (sem partido), interferiu em investigações contra seu governo. Celso Ferro admite que Arruda era sempre informado das apurações relacionadas a autoridades e políticos, mas nega que houvesse ingerência no trabalho de agentes e delegados.
Ferro conta nesta entrevista ao Correio que Arruda soube, por exemplo, dois dias antes da Operação Aquarela, ocorrida em 2007, o nome de todos os investigados que seriam presos, como o ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Tarcísio Franklim, aliado do ex-governador Joaquim Roriz, e Juarez Cançado, então secretário-geral da Associação Nacional dos Bancos (Asbace). O delegado aposentado revela que, durante o tempo em que comandou o Depate (Departamento de Atividades Especiais), até março de 2009, alertava Arruda sobre irregularidades no GDF, numa espécie de trabalho de inteligência de Estado. Chegou a aconselhá-lo a se afastar de Durval Barbosa. Depois de aposentado, auxiliou Arruda em trabalhos de consultoria na área de inteligência.
Em depoimento ao MP, na semana passada, Ferro conta ter tomado conhecimento de uma reunião convocada por Arruda com a cúpula da área de segurança, em meados de 2009, em que teria reclamado de não ter informações sobre uma investigação envolvendo o policial civil aposentado Marcelo Toledo em crimes de lavagem de dinheiro. Toledo é investigado na Operação Caixa de Pandora por ter sido filmado entregando dinheiro a Omézio Pontes, o ex-assessor de imprensa de Arruda.
CB: Por que o senhor decidiu prestar depoimento ao Ministério Público?
CF: Gostaria de rebater o que a subprocuradora disse, que a prisão do Arruda encorajou delegados (a denunciar interferência). É mentira dela. Fui espontaneamente ao Ministério Público. E outra coisa: não tem interferência de chefe do Executivo em fatos e investigações feitas pela polícia, ele tem conhecimento de forma antecipada. Nenhum chefe de Executivo no Brasil inteiro fica sem saber de uma investigação sensível que a polícia vai fazer. A Polícia Federal não faz uma investigação sem o ministro da Justiça saber, envolvendo políticos, governantes. Acontece isso no Brasil todo.
CB: Mas e se o investigado for o próprio ministro da Justiça?
CF: Se a polícia não souber que o ministro da Justiça está envolvido, vai dizer: tem uma investigação assim. Por exemplo, a Operação Aquarela. O governador Arruda sabia dois dias antes todo mundo que ia ser preso. Não teve problema nenhum.
CB: O governador sabia das escutas, dos dados sigilosos da Operação Aquarela?
CF: Ele não fica sabendo de detalhes da investigação. Mas, de maneira geral, sabe o que acontece. Lógico que não se leva um CD para o governador ouvir. Está protegido sob sigilo. Mas ele é o chefe da Polícia.
CB: É verdade que na Aquarela o grupo rorizista reclamou que o senhor não avisou da escuta de Roriz?
CF: Lógico, mas tenho culpa se o Roriz caiu conversando no telefone? Não tenho culpa, porque Roriz sabia daquela investigação. Começou no governo dele. Eles têm raiva mesmo de mim porque não passei nada para eles. Mas sou um profissional, não posso fazer esse tipo de coisa.
CB: O senhor não passou porque respeitou o trabalho da Polícia?
cf: Exatamente. Se ele fosse um governador atuante, eu falaria para ele. Entendeu? Então não existe essa interferência do chefe do Executivo porque o governador fica sabendo das investigações.
CB: Como funciona o seu trabalho de consultoria?
CF: O governador sabia que sou uma pessoa da área de inteligência muito respeitada. Ele me chamou e disse: “Celso, quero que você sempre me avise de problemas no meu governo. Faça inteligência de Estado”. Eu falei para ele diversas vezes para demitir o Durval Barbosa. Ele sabia dos problemas. Estava sendo chantageado.
CB: Quando o senhor disse pela primeira vez?
CF: Logo no início do governo. Político tem comprometimento, eu não entendo.
CB: O senhor sabia que o Durval gravava as pessoas?
CF: Não vou entrar no mérito dessa questão. Mas sempre alertei o governador sobre irregularidades. Sempre tive uma relação muito próxima com o governador. E teve muitas coisas que ele tomou decisão em licitações que seriam superfaturadas e mandava cancelar. Aqueles pontos do relatório, ele já sabia. Aquela investigação do Pró-DF, o governador sabia. O Paulo Octávio sabia. Um governante recebe muita informação. Quando saí da polícia, ele me convidou para consultoria e ajudar no projeto de reeleição. Eu fiz uma proposta, mas ele não aceitou. Mesmo assim, continuei alertando sobre problemas. E ele me colocou em contato com o Domingos Lamoglia. Aquele relatório, escrevi de punho.
CB: O senhor sabia que havia tantos problemas, como pagamento de deputados?
CF: Não. Ele (Arruda) sempre se mostrou um governante muito sério. Ele sempre tomava providências quanto às irregularidades. E eu sempre fiz o meu trabalho. Na Operação Tucunaré, eu que determinei a instauração de inquérito e na Tellus, também. Quero deixar claro que essas investigações não são de responsabilidade do Ministério Público e sim da Polícia Civil.
CB: Cícero Jairo, diretor do Depate, caiu porque não informou
ao governador sobre investigações?
CF: Não. Isso é ilação, dedução.
CB: Como é que o senhor desenvolve esse trabalho de inteligência?
CF: Como é que eu vou te explicar? São 20 anos de experiência. É um trabalho profissional.
CB: O senhor nunca recebeu pagamento do Arruda?
CF: Não. Se ele tivesse me pagado, poderia ter feito muito mais.
CB: O que Arruda deveria ter feito para evitar essa crise?
CF: Não sei. Teria de pensar.
CB: Se o senhor responder, seria uma consultoria de graça, né?
CF: Isso.

Leave a Comment

Previous post:

Next post: