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Críticos do Caveirão: para alguns deles eu tiro a cobertura

by Alexandre de Sousa on 03/03/2007

Quem já procurou por “viaturas blindadas” no Google com certeza já conhece ele. Figurinha carimbada para quem pesquisa sobre o assunto na internet, seu artigo ‘Viaturas blindadas para o serviço policial” é o mais antigo e completo sobre o assunto.

Quando Vinícius Cavalcante o escreveu, e isso foi a quatro anos atrás, os Caveirões ainda eram um protótipo de VTBP estacionado nas então novas instalações do BOPE, nas Laranjeiras. Nessa época ele não tinha sequer portas traseiras. O primeiro (ou os primeiros) carros vieram sem telas ou escudos, sem blindagem nos pneus, sem reforço no casco inferior.

Na época o Vinícius iniciou um profundo estudo sobre VBTP. E se tornou um crítico ferrenho dos caveirões. Ele não é MAIS um crítico do Caveirão. Ele é O crítico do caveirão, para quem eu bato palmas. Com críticas construtivas, ele esforçou em mostrar como poderíamos fazê-los melhor.

Preocupado com a segurança dos policiais da linha de frente, o com o quadro da criminalidade tendendo a agravar-se, ele citou diversas melhorias que poderiam ser feitas nos blindados. E algumas realmente foram colocadas em prática, como o reforço do casco inferior, a colocação de escudo para os vidros, a blindagem dos pneus, etc. Dentre suas idéias, estava a de aquisição de “blindados leves”.

“Os ‘blindados leves’ seriam empregados como PATAMOS, dissuadindo pela presença ostensiva enquanto pré-posicionadas em locais de risco e explorando sua velocidade e agilidade em contra-ataques limitados.”

Idéia esta que ao que parece, foi levada a cabo pela SSP, como o Diário de um PM mostrou em primeira mão.

Quando se fala na adoção de material para uso militar ou policial, ninguém deveria se auto-entitular o “dono da verdade”, pois é comum que equipamentos cujo projeto apresentava características admiráveis venha a demonstrar suas fraquezas no campo. Por isso sou francamente aberto à discussões, por quem quer que seja, À FAVOR da segurança do policial militar.

Por isso divulgarei aqui as observações do Vinícius Cavalcanti para os novos blindados da PMERJ, os “blindadinhos”, netos do Paladino e filhotes do Caveirão. Veja neste comentário, gentilmente postado pelo Vinícius.

A ele se juntam ZeRo4, Junior, J. REN, Bunker, Thiago, Dalkyr e Fotolog Tático – leitores do Diário de um PM que vêm batendo na tecla “melhoria dos blindados” não é de hoje.

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{ 24 comments… read them below or add one }

1 Aranha 03/03/2007 at 4:52 PM

Prezado Alexandre,

Já tinha lido esse site, muito interessante mesmo as observações.

Interessante você citar também a “evolução do caveirão” com o passar dos anos em que está em uso.

Existem algumas “histórias” de que blindados já foram virados por traficantes, através do uso de granadas e outros artefatos.

Eu -particularmente- duvido muito, mas como civil que apenas lê as notícias, gostaria de saber de você, um militar, se elas procedem.

Grande abraço, e continue com o belo trabalho.

Aranha

2 Alexandre de Sousa 03/03/2007 at 5:08 PM

Aranha,
É verdade sim que a bandidagem já conseguiu parar o Caveirão, quando ele não tinha reforço no casco inferior, com granadas. Após isso tivemos outros casos de viaturas baixadas nos locais de conflito, seja por problemas mecanicos ou ação direta da marginalidade. Que eu lembre o último episódio foi com o blindado da CORE.

O próprio Vinícius mostra que os caveirões não são indestrutíveis, infelizmente.

Mas dizer que eles foram “virados” é sacanagem!

3 Aranha 03/03/2007 at 5:53 PM

Pois é,

Foi isso que pensei, afinal eles não são imunes a problemas mecânicos (aliás, que carro o é?), seja dentro ou fora do teatro de operações, mas achei que “virados” foi um pouco forte também.

Obrigado pelo esclarecimento!

Aranha

4 immanis pax pacis 03/03/2007 at 8:03 PM

Bichão, parabéns por seus ótimos comentários. Leia o Blog vehiculum pax pacis: http://vehiculumpaxpacis.blogspot.com/ Se gostar divulgue. “Uma visão sem uma tarefa não é nada além de um sonho; uma tarefa sem uma visão é um trabalho penoso; uma visão e uma tarefa são a esperança do mundo”

5 Bunker 03/03/2007 at 8:22 PM

Asp. De Sousa. Pq o sr nao coloca mais sobre a APM? Digo isso pq muitas pessoas q visitam o blog tem vontade de conhecer mais, para quem sabe entrar la. Um dos videos q mais gostei aqui, foi aquele “grito pra comer”, algo assim… Uma curiosidade q eu tenho eh de como funciona a escala de serviço interno? Sao 3 trabalhando e 3 descansando? E qtas vezes por semana? Etc…

[ ],s

6 Alexandre de Sousa 03/03/2007 at 9:09 PM

Bunker,
Quando eu estava na APM, vc pode reparar bem, meus posts eram predominantemente sobre a Academia. Mas não estou mais lá. É natural que os assuntos tenham tomado outro rumo.

Se eu for falar da APM hj eu estarei remetendo à minha época de cadete, que pode já ser bem diferente da realidade hoje e amanhã. Acho que não teria a mesma credibilidade.

Mas, apesar de estar numa nova fase, continuarei falando sobre a APM, a quem devo um dos 3 melhores anos da minha vida, e como passar no concurso para lá no site http://sejaoficialdapm.diariodeumpm.net

Para matar sua curiosidade, NA MINHA ÉPOCA, o primeiro ano tirava serviço de plantão das alas, o segundo ano de adjunto ao terceiro ano e o terceiro ano de Oficial de Dia, Aluno de Dia e Aluno de Dia ao Anexo. São 3 postos de serviço para o segundo ano, e 3 para o terceiro ano. Os postos de serviço do primeiro ano variam muito, pois depende do número de cadetes e a necessidade de cobertura da área da APM.

Os serviços são todos os dias, de segunda a segunda. Isso significa que o cadete poderá estar escalado em qualquer dia da semana, inclusive finais de semana e feriado.

A incidência de vezes de serviço vai depender da quantidade de cadetes concorrendo à escala. Quanto mais cadetes na turma, menos serviço.

Abraço

7 Roger 03/03/2007 at 10:28 PM

Tenha certeza que todas as críticas contrárias partiram de pessoas que possuem ou adorariam possuir um Jaguar blindado.

8 ZeRo4 04/03/2007 at 3:07 AM

Asp. De Sousa, realmente o artigo sobre as VTRs blindadas é muito bom e o melhor que eu encontrei na internet do gênero. A política de uso dos blindados na PMERJ parece estar dando um “boost” com a adoção destes novos blindados apelidados de “caveirinhas”.

Entretanto, assim como o Caveirão que não é a plataforma ideal, também acredito que as novas plataformas para os Caveirinhas da mesma forma não é ideal.

Da mesma forma que o Caveirão é uma adaptação, os Caveirinhas também são, acho que a PMERJ deveria pensar melhor e dar um passo a frente ao adotar veículos pensados desde a base como veículos militares. Nos Caveirinhas creio que o problema seja ainda maior já que não há como efetuar disparos do interior do veículo.

Outro problema é a mobilidade, sabemos que o Caveirão é muito pesado e tem pouca mobilidade, pensando nisso creio que os Caveirinhas deveriam ser justamente ao contrário. Levando em conta os Israelenses que se utilizam de Land Rovers blindadas e que comportam um pequeno número de combatentes na parte traseira.

Nesses protótios eu não consigo enxergar isso, vejo veículos mais semelhantes ao Caveirão normal o que pode depreciar o desempenho desses carros onde se tem a necessidade de rápida mobilidade. Acho que a PMERJ estaria melhor servida com veículos como o Guará da Avibrás, O blindado da Inbrafiltro, O Commando 4×4 (semelhante ao Hummer Americano), entre outros.

Abraços e mais uma vez parabéns pelo excelente trabalho realizado aqui no Blog!

9 fotolog tático 04/03/2007 at 3:05 PM

A título de curiosidade, vejam o Grizzly: http://www.militaryphotos.net/forums/showthread.php?t=105840&highlight=blackwater – Atentem para as especificações técnicas.

Ele foi desenvolvido pela Blackwater, uma companhia militar privada, http://www.blackwaterusa.com/

Qual meu ponto ao falar nisso? A Blackwater aproveitou sua atuação no Iraque e Afeganistão para desenvolver um veículo próprio para combate urbano. Enquanto a PMERJ também poderia usar sua experiência gigante para criar algo único e extremamente eficiente. Quem sabe até exportar, o que não seria nada difícil, vide a fama que as favelas cariocas possuem lá fora.

Mas enquanto continuarem a investir em carros-forte, aí ‘não-sei-não’. É triste ver que são poucos os que lutam pela modernização da PMERJ. Ta aí um bom assunto para um futuro post: “Modernização”.

* Parabéns pelo Rio’s police body count, estava faltando alguém fazer!

Abraços, Alexandre.

10 Vinícius D. Cavalcante, CPP 04/03/2007 at 11:06 PM

Prezado Alexandre,

Primeiramente gostaria de agradecer pela deferência do seu “cumprimento”. Obrigado mesmo! Saiba que acredito mesmo que seja possível fazer mais pela tropa que se expõe lá na linha de fogo, assim como creio que seja obrigação de todos os profissionais de segurança tentarem se antecipar aos perigos que podem enfrentar. Por isso de toda a discussão e as críticas…

Acredito também que o profissional que vai operar os carros tem total responsabilidade em esclarecer o que precisa da viatura a fim de que se possa pensar em fornecer-lhes não o que o vendedor (ou fabricante de um veículo acabado) quer, mas o que seria mais adequado, obedecendo, é claro, os ditames draconianos das nossas limitações orçamentárias ou, quando for o caso, tecnológicas.

Quando me dispús a escrever o artigo – após algumas acaloradas discussões com profissionais da corporação, os quais, infelizmente, contrariando até suas próprias experiências profissionais (pelo menos, assim suponho), insistiam em achar que um carro forte, então mal e porcamente adaptado, seria uma SOLUÇÃO para seus problemas – imaginava que poderíamos lançar bases para que nossas indústrias produzissem algo que viria ao encontro, não somente das necessidades da polícia carioca, mas também de todas as demais forças policiais do Brasil e quem sabe até assegurando uma fatia do mercado externo. Veja bem, se a antiga Rodésia (em meio a uma guerra civil) podia produzir carros´eficazes e de características copiadas até hoje; se as Filipinas podem produzir um carro bom sob licença… e se nós já fizemos aqui (na antiga Companhia Sorocabana de Carrocerias) carros como o Paladino, qual a razão de não produzirmos um blindado de características modernas, adequadas ao enfrentamento de uma criminalidade tida com das mais violentas e que já nasceria com o marketing de que “se serve pra proteger os policiais no Rio, certamente serve para a, b, c, d…”

Como você mesmo mostrou, até Santa Catarina está comprando carros blindados…e nós sabemos que lá “a chapa esquenta bem menos” que aqui e em outras unidades da federação.

Com o advento da SENASP, eu pensava em algo como todas as polícias estaduais prepararem seus requerimentos operacionais mais básicos, se preparar uma concorrência envolvendo nossas indústrias de veículos, fábricas de carrocerias etc. Numa segunda fase os porjetos seriam apreciados tecnicamente por uma comissão especializada (formada por policiais, engenheiros e militares especializados em moto-mecanização), seriam escolhidos os dois melhores´. As fábricas finalistas receberiam uma quantia “X” (que poderia ser apenas uma ínfima fração do que o nosso Presidente tinha em mente gastar com segurança pública e efetivamente não o fez) para confeccionarem seus protótipos. Na fase final, tais protótipos seriam avaliados “no campo” e se produziria o melhor deles. Como vários estados estariam certamente interessados, teríamos economia de escala, o que ia baratear o custo.

Hoje certamente já teríamos algo melhor com a tropa.

Eu acredito que, infelizmente, as coisas que estão ruins ainda vão ficar muito piores. Hoje a criminalidade tá acando no interior, com as mesmas armas e equipamentos que usa nas confrontaçãoes do Rio e São Paulo. No interior de alguns estados da federação, os bandidos simplesmente tomam a cidade de assalto, matam policiais impunemente…e nesse cenário nós vamos precisar, além de multiplicar os grupos especiais de polícia, pré posicionar os carros blindados que não poderão chegar em tempo, se movimentados exclusivamente a partir da capital. Eu tenho umas fotos da apreensão de armamento efetuada pela Polícia Federal, com uma metralhadora Browning calibre .50, que ia para uma quadrilha de assaltantes empenhada em ações de banditismo no interior do Nordeste. Imagina o que uma peça dessas numa pick-up pode fazer com as unidades de polícia dispostas no interior? Pensa agora no que ela pode fazer com um helicóptero policial desarmado e desavisado?…O povo bom e ordeiro que se veste de branco e vai a passeatas, que se deixa levar pelo discurso intelectualmente desonesto de ONGs como umas que a gente infelizmente conhece e confunde violência com criminalidade, pode não estar atento para essa escalada de confrontação, mas os profissionais obrigatoriamente tem de atetar. Até porque eles é que vão ter de dar a cara e eventualmente morrer frente a um poderia bélico desigual.

Experiências como esta do pessoal da Blackwater, pouco mais é do que a reprise da história da Rodésia. É uma questão de se deparar sobre a nossa história de combates e dizer o que podemos fazer pra melhorar o que dispomos e adequá-lo a fazer frente a tais ameaças. Asseguro que esta ainda é uma tarefa mais fácil do que a que está tirando o sono dos americanos no Iraque. Lá a guerra, agora é chamada de “NÃO LINEAR” (rs)…um eufemismo para dizer que não há frentes e que mesmo as unidades de retaguarda tem de ser eficazmente protegidas!

Polícias de todo mundo precisam de viaturas blindadas. Não sei sobre a possibilidade de dispor fotos no Blog, mas talvez você pudesse colocar algumas daquelas fotos dos blindados policiais que te remeti e que certamente reforçarão essa idéia. Infelizmente, em matéria de segurança pública existem duas “realidades”: uma acerca da qual se fala (sempre “em tese”, com idealismo, honestidade e boas intenções) e a outra – nua, crua, muitíssimo pouco ética, influenciada pelos políticos – que é a realidade em que vivemos. Essa é a realidade daquilo que é feito pra não funcionar e que sinceramente, em nada me agrada! Com certeza poderíamos fazer muito mais se todos “cuidássemos os deveres de casa” com sinceridade, honestidade de propósitos e realismo. Não vou acreditar que o meu carro é bom só porque algum garotinho assim o acha. Eu não trabalho para nenhuma empresa de blindagem ou fabricante de carrocerias, estudei bastante o assunto e volto a dizer que a nossa solução não precisa ser a mais cara ou sofisticada. Só tem que funcionar!!!

11 Lucas NT 05/03/2007 at 2:52 AM

Caramba o Vinícius D. Cavalcante escreveu outro artigo..rsrsr

Parabéns Asp Do Peito pelo post e ao Vinícius D. Cavalcante pelo artigo. Muito bom até mesmo para um leigo (aquele que não sabe nada) como eu.

12 junior 05/03/2007 at 9:18 AM

Alexandre, sensacional esse artigo heim? Parabéns Vinicius.
Olha, eu acho triste que tenhamos de mandar blindados em locais populados, uma pena que tenhamos de ter esse clima de guerrilha dentro das nossas cidades, especialmente a tão linda Rio de Janeiro.
Maaaasssss já que é inevitável, que os nossos policiais, os mocinhos (seria bom que sempre fossem vistos assim) façam seu trabalho com segurança. Simples, não entendo onde muita gente tem dúvidas.
Abração

13 Roberta Trindade 05/03/2007 at 3:22 PM

É uma crítica, mas não ao caveirão (ou “pacificador”)…

Chegou às minhas mãos o jornalzinho da Associação dos Ativos, Inativos e Pensionistas das Polícias Militares, Brigadas Militares e Corpos de Bombeiros Militares do Brasil (Assinap).

Logo na primeira página, em um box amarelo, duas chamadas me chamaram a atenção: “Suspeita de corrupção no 7º BPM e abuso de autoridade no BPFMA”.

De acordo com o texto encontrado na última página… “A Assinap vem recebendo inúmeras reclamações contra o comandante do 7º Batalhão (São Gonçalo), cel Rogério Lira. A coisa tá feia. Segundo membros da tropa, ele recebe propinas do jogo do bicho, caça-níqueis, transporte alternativo, além de agir com autoritarismo extremo dentro de sua unidade.”

Na outra parte do texto… “Segundo informações de policiais, o comandante do Batalhão Florestal deu amplos poderes à sua mulher dentro da unidade. Ela manda e desmanda. Até as ligações telefônicas são monitoradas pela toda poderosa. Perguntar não ofende: esta é a nova estratégia para melhoria da polícia? Surgiu uma nova patente na PM, a de general?”

Bom… Agora… Aguardo os comentários de vocês… Por aqui, ou lá pelo meu blog mesmo… (www.pautadodia.blogse.com.br)

14 Guilherme Nascimento Valadares 05/03/2007 at 10:33 PM

Alexandre, gostaria de entrevistá-lo para uma matéria no site PapodeHomem. Caso possa, me responda por email, ok.

Procurei um link para contato aqui, como não achei, mandei esse comentário mesmo.

Parabéns pelo blog, iniciativa muito bacana mesmo,

Guilherme
http://www.papodehomem.com.br

15 Alexandre de Sousa 06/03/2007 at 12:49 AM

Guilherme,
Obrigado pelo convite, será um prazer contribuir com a matéria de vocês. O link para contato fica ali, na parte superior da barra lateral da direita, mas por aqui vale também.

16 Alexandre de Sousa 05/03/2007 at 3:23 PM

Roberta,
Tinha visto essas notícias tanto no jornalzinho quanto no seu blog. E se for verdade, coisa que não sabemos, é realmente preocupante.

17 Bunker 08/03/2007 at 1:53 AM

Roberta. Realmente se isso for verdade, eh um absurdo. Imaginem um policial com anos de serviço, graduados, oficiais, recebendo ordem da mulher do comandante. Nao sei, mas nao acho possivel isso. Nao eh possivel que nenhum oficial tenha vista isso la e nao tenha passado para cima…

Aspirante, com ctz concordo que os tempos sao outros, quos post sao outros. O pedido foi para nao esquecer de postar sobre a APM vez ou outra.

[],s

18 Marcio A S 22/03/2007 at 7:45 PM

Gostaria de um espaço para colocar a historia em quadrinho da PMERJ que estou fazendo e parabeniza lo pelo trabalho

19 Alexandre de Sousa 22/03/2007 at 11:32 PM

Pode me mandar Marcio…

aledesousa [arroba] gmail.com

Se for boa eu coloco aqui.

20 danilo 26/03/2007 at 12:41 PM

no meu ponto de vista além do caveirão ser blindado e acho que os guerreiros quando descem dessa viatura tem que estarem equipados também com coletes a prova de balas e capacetes blindados por que geralmente os tiros vem de cima e a cabeça fica sempre na mira da ximbugagem.abração guerreiros de todo o pais e pau e bala nessa bandidagem!!!

21 Alexandre de Sousa 26/03/2007 at 1:19 PM

Apoiado Danilo,eu gostaria de ter uma proteção destas…

22 Tiago Wotkoski Eler 10/02/2008 at 2:57 AM

Alexandre,
Esse artigo redigido pelo Vinícius, como consigo cópia dele com as fotos dos veículos citados???
O link desta publicação abre mas só o texto é visível.
Desde já agradeço a atenção.

23 Daniel 06/07/2008 at 5:42 AM

o caveirão deveria ser mais leve, 4×4 e ter câmbio automático… se fosse do tamanho de um agrale marruá am200 já estaria adequado…quanto ao câmbio automático, os mais modernos chegam a fazer médias de consumo até melhores que veículos similares equipados com câmbio manual, e o conversor de torque não tem “prazo de validade” como a embreagem…

24 Mácio Santos 28/01/2010 at 5:43 PM

“Seja de qual estado for, a gloriosa Polícia Militar livra a sociedade dos seus próprios filhos que andam às margens das leis, e ao mesmo tempo, essa mesma sociedade critica veementimente os meios que os bravos pms salva-lhes a vida”. Mácio.

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