Querem me convencer de que eu já fui torturado
Ainda que já faça mais de dez dias que tenha passado, vou dar minha opinião, porque o fenômeno é cíclico. Todos os anos novas turmas de calouros adentram às intituições de ensino militares. E toda vez que um desses treinamentos de “adaptação” for registrado por uma câmera (e isso é cada vez mais comum, já que até telefones celulares são dotados de câmeras) e as imagens forem cuspidas ao mundo civil, a reação tenderá a ser de repulsa pelos que estão de fora.
Quem está de fora, e nunca vivenciou a vida militar, só consegue enxergar o lado humilhante e dramático das imagens, e claro, não conseguem entender o porque daquilo tudo. Qual a necessidade disso?! E não são só os civis não, até mesmo alguns militares questionam o tratamento dispensado aos novatos nos treinamentos. A Associação dos Militares Auxiliares e Especialistas (AMAE) e o blog Alvo da Chibata por exemplo, fizeram coro com a imprensa e manifestaram repúdio às imagens dos recrutas do 8º BPM avançando ao rancho na posição de flexão.
Farei um parênteses aqui. Para causar mais impacto e dar aquele toque tão sensacionalista que estamos acostumados a ver por parte da imprensa, o caso foi noticiado como “policiais foram obrigados a andar de quatro”. Por mais que este detalhe não tenha tanta importância, devo dizer que aquilo ali não é andar de quatro. Aquela posição se chama posição de flexão, um exercício onde se faz flexão de braços. Não é preciso ser nenhum técnico em posicionamento corporal humano formado da NASA para saber a diferença entre um e outro. Outro esclarecimento: os policiais militares que estão de camisa branca “vítimas” do tratamento “humilhante” são recrutas (calouros), que aspiram ser soldados da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.
A transição da vida civil para militar é intensa, abrupta e súbita, seja na no quartel do 8º BPM, seja na APM D. João VI, seja na AMAN, ou Academia Militar de West Point (EUA). São em situações como esta, num treinamento de adaptação à vida militar, que se aprende autocontrole e se adquire resistência a condições adversas. É, de certa forma, humilhante para quem aspira a um status superior e lhe ensina que, antes de subir, é preciso descer à posição mais baixa. Contribui também para desacreditar qualquer auto-estima que o novato tenha em função de sua vida pregressa e que queira trazer para a vida militar. Reduzidos simbolicamente a um estado pré-humano, os novatos só reencontrarão sua dignidade se estiverem de acordo com as exigências da nova situação de vida a que aspiram.
Outra coisa que não fica clara para quem vê as imagens isoladamente, é que quem aplica o tratamento de choque não tem nada contra o caráter pessoal de nenhum calouro, que o recruta (ou “bicho”, nas Academias Militares) está naquela situação porque é alguém que, no momento, está num status inferior passageiro, aspirando a um status superior. Tratamento este que geralmente é aceito pelos próprios calouros, simplesmente porque quem aplica o tratamento já passou pela mesma situação e amanhã será ele quem provavelmente fará o mesmo. Ou, no mínimo, se divertirá ao contar os causos do seu curso de formação e se orgulhar de “como foi difícil chegar até aqui”.
Claro que podem haver exageros, mas não estou falando das exceções. Justamente pelo risco do exagero é que nossos regulamentos proíbem o trote, e os responsáveis podem sofrer punições disciplinares por isso. Porém, apesar de proibido, todos que já passaram por alguma formação militar sabe que eles existem e são uma antiga tradição nas escolas militares. A existência de uma regra não garante que ela será imposta. O mais comum é que a regra seja imposta quando algo provoque a imposição (neste caso a repercussão negativa das imagens dos recrutas avançando ao rancho na posição de flexão).
O assunto é polêmico e tenho certeza que teremos comentários bastantes divergentes aqui, como foi lá no blog do Pracinha da PM, pois o sentimento de “humilhação” e de ter a “dignidade humana desrespeitada” é algo totalmente subjetivo. Basta perguntar aos recrutas, o que eles acham disso tudo. Será que todos concordariam que foram torturados e humilhados?


De Sousa, concordo com você em todas as palavras!
As pessoas que estão de fora (e principalmente a imprensa) afirmam que aquilo é o fim do mundo, que não pode ser aceito e todas essas coisas… Mas, garanto, que esses mesmos jornalistas que escrevem essas matérias, com o único intuito de deturpar a realidade, passaram por algum tipo de trote ao ingressar na faculdade!
Na EsPCEx (Escola Preparatória de Cadetes do Exército) há essa tal “humilhação”: depois de anos de estudo e uma prova difícil, o candidato a aluno é ordenado a capinar, lavar banheiro da Escola, pintar postes, pintar paredes e tudo mais. Também rolam aqueles esporros quando o candidato faz besteira e, por muitos, isso é visto como humilhação.
Mas, contrariamente, com essas tais “humilhações”, os candidatos acabam por ficar ainda mais unidos e o espírito de camaradagem fica muito mais evidente.
Vale ressaltar que o candidato a vaga não é obrigado a fazer nada disso: É só pedir pra sair!!
A mídia brasileira, em grande parte, é a mais parcial possível, então, pouquíssimas são as reportagens que devem ser levadas a serio!
Como exatamente essas pessoas acham que vão formar um soldado? Distribuindo flores?
Humilhação é o sujeito chegar numa situação de stress e quebrar, deixando os companheiros na mão. Humilhação e risco de vida pra ele e pros companheiros.
Já vi gente reclamando que em treinamento de sobrevivência ensinam o recruta a matar galinha. Ficam com pena da penosa mas ninguém tem pena do recruta, se ele se encontrar perdido em uma selva, sem suprimentos.
Daqui a pouco vai ter mãe reclamando que o filho foi fazer o curso de Selva, e quebrou a unha, desfiou a meia…
Eu sou completamente contra suga, mas, posso afirmar categoricamente que as situações mais humilhantes que passei fardado foram quando ja estava formado.
Sou totalmente a favor da suga em limites de treinamento. Garanto que se na Polícia houvesse mais isso, seríamos mais militares e, com certeza, haveria muito mais disciplina. Todos passamos por isso quando da nossa formação e ninguém morreu.
Estou trabalhando atualmente na Auditoria Militar e, pelo que eu saiba, foi solicitado o arquivamento das denúncias pelo M.P. por considerar exatamente o que já foi falado aqui, que isso não passa de treinamento militar e não tortura ou humilhações. Afinal, creio que quem quiser ir embora, é só solicitar a baixa e sair.
Muito Bom!
Concordo com todos acima.
Abraço.
Carissimo CAP Alexandre!
Ninguem morreu? vejo que não acompanha o noticiário, ja vimos diversas mortes estupidas por excesso de condicionamento fisico(assim que vcs descrevem), Cadetes do Exercito, Marinha e até da Própria PM sim, o que tem a ver os tapas na cara, banhos gelados nas madrugadas isso condiciona alguem a alguma coisa? porque nao colocar mais instruções de Legislação, Codigo Penal, Codigo de Transito, pois o que se ve são policiais que vão para as ruas e não sabem o codigo nacional de transito, o codigo penal nem mesmo a constituição, assim eles seriam treinados para melhor servir. E caso o Sr que é a favor destes condicionamento tiver um filho morto numa situação destas vá a justiça e peça o arquivamento dos autos por absoluta naturalidadae de não se cumprir a LEI.
AAA,
Repetindo um trecho do texto:
“Claro que podem haver exageros, mas não estou falando das exceções. Justamente pelo risco do exagero é que nossos regulamentos proíbem o trote, e os responsáveis podem sofrer punições disciplinares por isso.”
No tocante às disciplinas, como as legislações que vc citou, não são ensinadas na fase de adaptação, mas posteriormente.
Caro AAA,
Se colocar meu filho em uma Academia Militar, o prepararei a o que terá que passar para conseguir seu objetivo final, que é a formação, tanto para Praça qto para Oficial. Do contrário, ele simplesmente terá a opção de sair do curso, pois ninguém é obrigado a realizar qualquer treinamento, pode simplesmente pedir para ir embora.
Como o nobre Asp. de Sousa falou, não estou pregando que realizem absurdos desnecessários, o que demonstram exceções e, esses sim, devem ser evitados e severamente punidos com o Código Penal Militar e os Regulamentos Disciplinares.
Como vc citou, com certeza o policial militar deveria ter mais aulas de legislação em geral, mas aí, certamente, deveria ganhar MUITO MAIS. A sociedade paga por isso?? Ela paga pelo o que ela tem. E, mesmo assim, não é o que ocorre sempre. Ou vc acha que um Juiz sabe TODA a legislação?? Ou vc acha que um Delegado sabe TODA a legislação PENAL?? E olha que essas categorias recebem salários infinitamente maiores do que o de um Soldado PM.
Vc pode até não acreditar em mim, mas já tive prova dos dois, inclusive, uma Delegada consultando Código Penal Anotado para qualificar um furto simples.
Ahhhh.. Sem contar que, se o PM souber TODA a legislação, terá muita gente insatisfeita, pq muitos irão parar na Delegacia. Mas aí lá, já é uma ‘outra’ estória.
E outra coisa, como já foi falado, qdo EU fiz UFRJ, com 17 anos, sofri diversos trotes, inclusive iguais ao que foram passados no filme e ninguém apareceu na imprensa dizendo que estava sendo torturado.
Ja que abriu-se uma discussao e o De Sousa sempre toma uma posicao moderada, reforço minha posicao totalmente contraria a suga. Tenho absoluta certeza que sou voto vencido. Posso atestar a coerencia de minhas posicoes, pois, alem de ter sido 3º ano, servi na APM como oficial. Alias, o De Sousa me conhece nas 2 realidades. Gostaria de discutir muito o tema, mas em pvt. Quem quiser entrar em contato por email: barrim(arroba)oi.com.br - tirei o simbolo @ para evitar spam.
Noa vi o video ..so sua opinao porque nao abriu para mim…mas acho que ninguem precisa ser humilhado porque e novato…
Alexandre,
Sou ex-militar do exercito (2 ½ de 20ºBIB, já faz tempo) e concordo com você, mas é bem complicado explicar esse tipo de coisa a quem nunca foi militar.
Abração broder, você tem um excelente nível intelectual, era só uma pegadinha. rsssssss
Cilene, tem certeza que leu a minha opinião?
Carissimo Capitão na minha opinião uma coisa não tem haver com a outra, o simples fato dos salários serem abaixo do que realmente deveriam ser não justifica um soldado que vai para as ruas orientar ou punir os cidadãos não a minima ideia do que seja uma legislação, sei que o código não foi feito para ser decorado e sim para ser consultado em caso de duvidas, creio que o Sr não sabe de có todos os codigos do TRO que usa ou a quanto tempo não usa, e sim só sabe os mais usados ou seja 721, 711 etc…, então em quanto se gera num calouro a vontade de vingança como mesmo descreveu que ele se prepara para que no futuro possa fazer novamente aqueles atos barbaries com outro calouro, vamos intensificar as nossas forças junto ao Sr CEL Almir hoje Diretor da DEI que repense as Instruções tanto para Oficiais como para Praças. concordo quando diz que a Sociedade não quer um Policial bem instruido, seria dificil de ser corrompido(ou não), mas nos PPMM temos que exigir isto para o nosso bem.
Caro AAA,
Com certeza concordo totalmente com vc sobre as instruções que a Polícia Militar deveria ministrar com mais frequência, intensificando-as principalmente durante os cursos de formação, ao invés do famoso “estágio” nas OPM’s.
O que falei em relação aos salários é que diversas categorias funcionais que ganham muito mais que o PM, que se vê obrigado à complementar sua renda durante a folga, ficando até sem tempo para se profissionalizar melhor, seja através de um curso, seja em casa lendo, tb não sabem a legislação brasileira. Porém eles à conhecem muito bem qdo lhes interessa, diferente de nós, que não sabemos, exatamente, qdo ela deveria nos beneficiar.
Uma tentativa da PM visando a melhora disso foi um resumo de legislação publicado alguns anos atrás e distribuído nas Unidades, mas que pouquíssimos colocaram realmente em uso no seu dia-a-dia. Cheguei ouvir alguns dizendo que aquilo era uma “palhaçada”.
Claro que, como o Asp. de Sousa disse, a “suga”, “trote” ou “treinamento” é um tema muito polêmico e cada um tem um ponto de vista diferente. Para isso que servem esses debates, não para se mudar as opiniões, mas para que todas elas sejam ouvidas e respeitadas.
Como falei antes, fui em minha vida por diversas vezes calouro, tanto no mundo civil como no mundo militar e em nenhum momento senti vontade de “vingança”. Realmente algumas brincadeiras eram idiotas, mas eram etapas que deviam ser queimadas para um objetivo. Penso que se tivessem passado dos limites, não exitaria em fazer valer a lei.
Parabéns pela suas alegações inteligentes e em nenhum momento agressivas. Peço desculpas pois anteriormente pensei q vc era um civil sem conhecimento do que realmente acontecia.
Ao menos nós já sabemos que uma polícia instruída e honesta não interessa à ninguem…
Minha continência amigo,
Luiz Alexandre
continuando,
uso este espaço para poder defender meu ponto de vista. quando falo em FORMAÇÃO, falo em treinamento fisico… quando falo em HUMILHAÇÃO, falo em castigo fisico.
questiono no blog qual seria o teor pedagógico da tal “humilhação”, haja vista que eles foram sugados perante um dos momentos mais sagrados do ser humano, a hora da refeição.
sei que o video não mostrou nada de absurdo, isso no ponto de vista militar, mas para o paisano isso é caso de lei 4898!
já fui sugado no EB, quando me formei aspirante em 1997 e tinha muita suga, porém todas eram muito objetivas.
acho q a PMERJ, a partir de agora com novo Comando irá rever conceitos e mostrará que a formação deverá ser intelectual….. acredito.
um fraterno abraço, obrigado pelo espaço..
avante guerreiros,
quem é sabe!!!
James Kroff,
Vc terá sempre esse espaço aberto para defender seu ponto de vista. O meu vc já sabe qual é, a favor da suposta “humilhação”, pois está no texto acima.
No final do vídeo mostra a hora da refeição deles, ao que parecia foi totalmente “respeitada”. Após a refeição também. A suga foi só antes.
Gostaria de saber mais sobre a “suga objetiva” que vc sofreu no EB. Quem sabe eu não possa aprender mais com os verde-oliva?
de sousa, estou recebendo os recrutas aos finais de semana no 23 BPM, e minha lamentacao eh imensuravel. estou admirado com a falta de idealismo. acho q estamos a beira de um abismo… q decepcao
Ferreira,
Isso é realmente uma pena. Nós que acabamos de sair da APM podemos afirmar com segurança o quanto a formação faz a diferença.
Carissimo Capitão! Agradeço os elogios e tb aproveito a oportunidade em dize-lo que fico muito triste quando vejo determinados companheiro que não se dedicam ou não valorizam a nossa corporação do jeito que ela merece. Digo que precisamos mudar, mudar a mentalidade, o jeito de encarar a PMERJ, jeito de se formar Soldados só para patrulhamentos e trocas de tiros, devemos alem de tudo formar cidadãos. Temos um propjeto no CCI que gostariamos de colocar em pratica com filhos adolescentes de nossos policiais para que com um pouco mais de atenção e usando as tecnologias que existem na corporação e a mão de obra especilizada, dar-mos uma oportunidade as nossas crianças de terem uma personalidade e educação moldadas nas hierarquia e disciplina sem exageros em que acreditamos, mas estamos esbarrando em “burrocracrias” acho este o termo apropriado, para colocar este projeto pra fora do papel. Quem sabe o Sr não nos faz uma visita para se interar do projeto e quem sabe ser mais uma mão auxiliadora para o êxito desta impreitada.
Meu amigo…
É com prazer que recebo esse convite.
Por diversar vezes tentei “transformar” o modo de pensarmos em policiamento e informatizar as nossas atividades internas e até externas, tendo sempre recebidos respostas absurdas, tipo, “… com esse dinheiro eu coloco para andar 3 vtrs…”. Realmente coloca e, daqui um mês, elas estarão baixadas novamente, enquanto que a informatização ficaria por anos.
Mas como vc bem colocou aqui, formamos Soldados para trocar tiros. Diria melhor, como ouvi anteriormente…. Formamos Soldados para “empurrar fuzis”. É o que somos hoje em dia, Oficiais e Praças, empurradores de fuzis.
Acho realmente um marco isso que está acontecendo pela Internet. Esses Blogs com certeza unirão idéias e ideais e, afinal, volto a acreditar que finalmente iniciará uma mudança na PMERJ.
Abraço e qualquer dia apareço no CCI. Me manda um e-mail.
Seu poder de persuasão esta cada vez mais apurado meu amigo. Lendo este post estou quase convicto que a humilhação faz bem aos homens. Eles se tornam pessoas mais humildes e idealistas.
Não consigo enxergar como alguém vê com admiração um superior que manda ele ficar naquela posição (de flexão) só pra testar aptidões, e pensar “Nossa… agora entendo que tenho que ter autocontrole” “Veja como depois do primeiro ano de cadet eu sou mais humilde, tão humilde que trato os novatos como bichos”. Ta mais pra uma competitividade de patentes do que algo cognitivo. Lembra mais . Pra ser mais ameno em minhas palavras prefiro ver o caso como um “rito de passagem” antropológica.
Vc citou aí o caso americano da Academia Militar de West Point (EUA). É evidente que esse tipo de tratamento que vc defende acontece em massa para formação, principalmente de soldados e recrutas, mas nunca vi um vídeo e nunca visitei a West Point, mas seu programa de formação de oficiais, no tocante a estimular o ensino visando excelência, desenvolvimento de atividades esportivas, e com essa, espera-se trabalhar e atingir o objetivo de formação do caráter “moral e éticos: essenciais para a liderança eficaz e o jogo justo” conforme explica o site do , que ainda salienta: “Desenvolver nos “cadets” as qualidades da iniciativa, da coragem, da confiança, do trabalho em equipe, do auto-sacrifício, e da vontade de a ganhar.” O esporte parece ser um bom caminho, saudável e correto para a West Point, para estimular a boa formação dos seus cadetes. Mas que pena não temos esta estrutura física e tutora.
Não vi nada tão desumano e pra tanto estardalhaço e sensacionalismo por parte da mídia. Não me somo a eles. O que venho aqui é levantar uma hipótese e uma crítica que possa ao menos ser lida e ser fruto de reflexão. Não sou o dono da verdade e muito menos o especialista em formação militar, mas posso dizer ao menos é que por essas e outras meu amigo Alexandre, que em 2003 não fiz essa prova para a Academia, não acredito que tais situações sejam essenciais para minha formação ética e moral, muito pelo contrário, é ultrajante. Esse lance também de vida militar e vida civil como coisas dicotômicas, sei lá, acho meio estranho. Afinal a sociedade não pode dar a opinião sobre “a polícia que queremos”. Bem que sirva pelo menos de provocação, não aquela tola de fazer raivinha, mas sim pra pensarmos também na polícia que queremos ser e que queremos que os cadetes sejam. E principalmente para os “bichos”, como vcs chamam.
Vi em outro coment-post aqui que falta idealismo em muitos aspirantes, parece então que esse método não ta dando muito resultado não é? É uma pergunta. Vejo no orkut muitos calouros com todo gás e tudo mais. Será que eles viram que não davam pra coisa ou os sonhos deles foram destruídos?
Abraços…
ASS. Do Peito!
Os sonhos foram destruídos pelos baixos salários e por uma sociedade q não os valoriza, julgando-os sem os conhecerem como pessoas e como profissionais.
Já trabalhei e trabalho no “mundo civil” e já vi o q realmente se pode caracterizar como humilhação. Te garanto q não foi pagar flexões de braço.
Talvez por não ser militar, não entenda essa dicotomia q pregamos, mas posso te garantir q comparada aos funcionários civis particulares o mundo militar (há excessões) é bem menos humilhante. E ao funcionário público civil, em nosso mundo, ele não manda seu superior tomar no c. no meio de uma favela, como já vi um inspetor fazer com um delegado.
Talvez se fosse militar entenderia nosso ponto de vista, pois antes de aprendermos a mandar, aprendemos a obedecer.
Abraço.
Lucas, o seu texto foi excelente. Nada mais a acrescentar. A sociedade civil tem todo o direito de fiscalizar e opinar pelo modelo de Polícia que deve ser implantado e sobre a formação de seus profissionais. Logicamente me refiro aos setores “sérios” desta sociedade.
Aliás Lucas. Quando alguém discorre a favor de “suga” ou “treinamento militar”, sempre ouve-se um quê de nostalagia. Algo do tipo: “Se os de hoje tivessem sido sugados como na minha época…”. Ainda mais essas 4 últimas palavras são um mantra. Como se há 5, 10, 15 ou 30 anos (dependendo da antiguidade do interlocutor) tudo fosse muito melhor.
Simples assim, tomando como verdade que “suga” é solução e, também, se pusermos numa ordem decrescente ao longo do tempo o “grau de dificuldade” dos cursos, poderíamos afirmar que temos um corpo de Oficiais Superiores incorruptível, enquadrado, extremamente militarizado e comprometido com a instituição. Afinal, eles foram “extremamente sugados” porque na na minha época tudo era diferente.
Cap. Luiz Alexandre.
Entendo o que diz. Que a sociedade não valoriza e que os salários são baixos isso tenho que concordar. A polícia é dado o “trabalho sujo” de cuidar do que o Estado fez questão de ignorar por tempos. A sociedade é hipócrita, não gosta de policiais corruptos, mas ela mesma, a sociedade é quem tenta dar um jeitinho com “seu guarda”, oferecendo um “café” quando lhe convém ela é a corruptora.
Mas sobre a questão de respeito a superiores, como no caso do inspetor da PC que manda o delegado tomar “soda”… pra mim é uma questão de princípios. Não preciso ficar em posição de flexão e nem ser humilhado pra ser humilde e respeitar ordens superiores. Caso fosse um cadete, isso já faria parte de minha formação moral e ética, ou seria papel do curso de formação estimular princípios, de respeitar e admirar o trabalho desempenhado por um colega, de patente superior ou não. Mas isso é pessoal… Questão de opinião minha, nada mais…
Olá Lucas, meu amigo do peito, quanto tempo!
Meu caro, não creio que eu vá te convencer e nem vc me convencer. Acho que o máximo que vamos conseguir aqui é expor nossa opiniões, e isso já é muito bom. Você pode continuar acreditando que “ta mais pra uma competitividade de patentes do que algo cognitivo”, pois só a experiência como terceiro ano da APM poderia te fazer mudar de idéia. Pena que vc não quer mais fazer a prova…
Vi que vc procurou sobre a formação de West point na internet, mas ali mesmo é que não vai achar nada sobre “humilhação”. Lá eles não falarão nada da “semana dos bichos”, citada por Celso Castro no livro “O Espírito Militar”, que fez uma pesquisa antropológica na AMAN e um paralelo com a instituição estadunidense. É na semana dos bichos essas “humilhações ultrajantes” são colocadas em prática.
Você disse que viu em outro “comment-post” que faltaria idealismo em muitos aspirantes, mas acho que vc se equivocou. O comentário do Ferreira era sobre a impressão dele com relação aos recrutas.
Faço coro com o tenente Barrim e concordo que vc faz muito bem de fiscalizar e opinar pelo modelo de Polícia que deve ser implantado e sobre a formação de seus profissionais. Está de parabéns pela preocupação e o sincero interesse na formação dos policiais militares.
Já passei por período de adaptação na marinha e em breve irei passar por outro.
Gostaria de colocar uma opinião simples, mas genérica, a respeito do limite entre “humilhação” e “treinamento militar”.
Acho que para se atingir a sistemática militar, para àqueles que estão aprendendo a ser militares (recrutas, alunos…), a pressão física e psicologia conduzirá o cumprimento das regras e regime.
Mas a questão é que o adaptador, superior, tem que ter uma certa “didática”. “Didática” no sentido de tentar dar uma “justificativa” sobre a ação. Mesmo que seja irônica, estranha, mas que tenha (lá no fundo) uma lógica.
Não sou do BOPE, não conheço o BOPE, mas todos nós já ouvimos “lendas” sobre o treinamento do BOPE….. Já que indiscutivelmente se sabe que os caras são conhecidos como BONS, perece que todas as lendas se justificam…. quem sabe da realidade deles ? Só sendo caveira para saber.
Enfim, vou direto ao ponto. Penso que a humilhação ocorre quando o mandato não tem nada a ver com o militarismo e tem mais haver com algo pessoal cujo contexto atrapalharia o próprio militarismo. Normalmente essas atitudes são repudiadas pela maioria dos próprios comandantes envolvidos, mas um deles estrapolou….
Fora esta situação acima citada, se houver certa “justificativa militar”, acho que sempre cabe um esforço físico, uma pressão.
Calixto.
Ainda bem q vc sabe que é sincera a minha opinião. Vc sabe que te admiro como amigo e agora como policial. Como disse não conheço a realidade nem da APM e nem da West Point. Entendo isso, que chamo “rito de passagem”. Mesmo que um dia pense que isso é necessário, vamos ao menos não cometer exageiros não é mesmo? Se esse tipo de “atividade” como mostra esse filme amador for o tipo de aplicação dada aos recrutas e for julgado como algo instrutivo e bom, sinceramente não vejo como algo desumano, longe do suportável. Isso afeta mais o psicológico do que mais nada. Mas quem dera que fosse só uma semana de calouros ou do bicho, pergunto: é só uma semana, ou só acaba sendo do 2º ou 3º Ano.
Pois bem, quero contribuir e não atrapalhar. É apenas uma opinião de quem visita o blog e realmente se preocupa com o assunto “Polícia”.
Fico feliz ao ver vc formado (fico triste de não ter ido no lance do “espadim e na formatura” - espadim > greve de ônibus - formatura > provas e trabalhos finais na faculdade).
Espero ver vc escrevendo um livro em breve heim…rsrsrs
E tenho até 26 anos pra vê se quero fazer a prova da APM ou não? será? ehehhehe
Abraços!
Não consigo acreditar que alguém possa achar que flexão é tortura… A sugação faz com que tenhamos mais união no grupo, mais fibra e um controle emocional…e o que se passa num curso de formação não chega nem perto do que é o dia-a-dia de um policial na rua, principalmente no RJ…
Estou comentando referente ao video, quanto a torturas que possam levar as últimas consequências, isso com certeza ninguém é a favor…
Em um curso de formação não deve ser tolerado má conduta, insubordinação, afinal somos uma policia militar e nada mais normal do que assumirmos tal postura, então vejo esta parte da formação como necessária, pois convenhamos existe cada “corpo brabo” (como dizia meu disciplina), que só quer moleza, que você não acredita que aquele possa ser seu colega que irá estar ao seu lado em uma ocorrência, não confirmo que a suga vá transformar, mas pelo menos dá uma mãozinha para aqueles que não querem nada com nada a cair fora…pelo menos aconteceu no meu curso!!!
Lia - Policial Militar do RS
Acho que esta havendo uma pequena distorçao na minha opiniao. Comparar o Aluno do CFO (Cadete) com o Aluno do CFSD (recruta) acho no minimo confuso. O “Bicho” (Cadete 1*ano) sabe que no ano seguinte vai para o segundo, e depois para o 3* e ficar responsavel pelo 1* e no final do ano colocar orgulhosamente a estrala no ombro e ser nomeado aspirante com a certeza que um dia vai se tornar no minimo Tenente-Coronel.
Outra eh um Recruta que vai se formar em 6-8 meses Soldado. Fora a diferença salarial, o recruta da PM (ao contrario das outras Forças) tem em media 26 anos, muitos ja com familia para sustentar, enquanto os cadetes “Bichos” tem em media 20 anos (na grande maioria ainda vivem com seus pais). Sera que esse Recruta, vai aceitar do mesmo modo a “suga” humilhante como o Cadete do primeiro ano? Sera que ele pode “sair” do recrutamento e voltar normalmente para seu emprego, ou sera que ele pediu demissao do emprego antes de entrar na PM?
Nao acho que aquilo no video seja algo absurdo como alguns falam. Mas sera que eh realmente necessario um pai de familia, que vai ser Soldado da PM passar por isso? Soldado nao tem comando direto, soh teria quando chegasse a Sargento, coisa que na PMERJ acontece quando o praça faz 15 anos de serviço. Entao eu acho que falar que precisa sugar para aprender a comandar nao vem ao caso aqui. Senao ele soh teria isso no CFS ou no maximo no CFC.
Eu sinceramente acho que a “suga” nao eh necessaria ateh mesmo nos altos escaloes (no caso, CFO), se fosse 1 ou 2 semanas tudo bem, mas nao eh o caso. Muito pior no caso do CFSD da PM.
Nao sou dono da verdade e nem quero ser. Como todos aqui, soh queria dar minha opiniao e colocar mais um ponto de vista…
Concordo plenamente Bunker. Mas vos digo, segundo o SISPES, cerca de 80% dos alunos do CFO ja tem mais de 25 anos tambem… Tambem largaram seus empregos e suas familias para trabalhar para a PMERJ. O pior de tudo e a suga babaca, pseudo-militar, ou seja, as “brincadeirinhas” que realmente irritam quem tem uma certa idade, experiencia profissional e familia para sustentar.
Pode ser que eu tenha falado besteira no caso da idade. Um amigo Tenente eh que me falou que a maioria dos aspirantes quando se formam tem por volta dos 23 anos, entao tirei 3 anos para imaginar o aluno do primeiro ano, quando entra no CFO, que seria o ano que existe mais a suga. Ele entrou no CFO no ultimo ano, com 30 anos, se formando com 33.
Mesmo acostumado com a “suga”, ja que era militar antes de entrar para o CFO da PMERJ, ele comentou das brincadeirinhas, como acordar o “bicharal” no meio da noite e colocar para fazer flexao, com a cabeça embaixo do chuveiro. Isso para uma pessoa com 30 anos, pai de familia e como o Sr disse, com experiencia profissional (e de vida), eh no minimo, meio revoltante. Ainda bem que no caso dele, nao quer fazer o mesmo com outros, sendo contra as famosas “sugas”.
Um amigo que ja passara pela EsSA (forma Sgt do exercito) e que foi para a PMERJ, disse que apesar das sugas no EB, que eram muito mais que na PMERJ, la eles respeitavam muito mais a pessoa como ser humano. Nao sei bem o que ele quis dizer com isso. Soh sei que ele, eh outro tb, que eh contra esse tipo de suga, como ir para o Rancho em posiçao de flexao. Ele disse que as sugas no EB, testavam a resistencia do militar, e nao a humilhaçao do mesmo. Ja que na minha visao (a dele tb, pq conversei sobre isso com ele), esse caso de ir em posiçao de flexao para o Rancho, nao testa a resistencia de ninguem e sim baixa a auto-estima do militar, soh servindo para revolta-lo. Como no caso de uma pessoa ja de idade, pai de familia, que gosta do seu emprego, quer servir a populaçao, quer melhorar de vida, mas infelizmente tem que passar por isso para chegar ao seu sonhado oficialato.
Isso no caso do CFO. Pior ainda, seria para aquele que apos a suga e teoricamente as “humilhaçoes” vao se formar soldado (posto mais baixo de um militar formado) e ganhar menos da metade de um tenente e esperar “apenas” 8 anos para ir a Cabo, ou 15, para Sargento. Nao seria o caso de tentar levantar a auto-estima desse praça, para ele trabalhar mais animado e melhor para a corporaçao?
Novamente concordo contigo, Bunker. Tive que passar por situacoes semelhantes, mas nao criei odios ou recalques. So fortaleceu minha posicao contra esse tipo de formacao que oferecemos. É uma cruzada quase solitaria entre os pares do meu circulo, porque a maioria, depois de formado, acha tudo “natural”. Creio que o que da a “suga” e torna o curso dificil para o turno é o “ambiente”. E criarmos situacoes realistas com dificuldades previsiveis e imprevisiveis. Nos, quando fortalecemos a formação “sugantes” e invocamos as FFAA para tal, estamos querendo ser mais monarquistas que o Rei. As proprias FFAA estao se reinventando e investindo mais no profissionalismo e especializacao de seus quadros. A “suga” na maioria dos cursos (excetuo os de Comandos porque sao extra-classe) é algo objetivo, que realmente forma um clima psicologico desfavoravel para o aluno.
Novamente digo, como ja falei anteriormente, é uma covardia cinica dizer que “as regras sao assim, quem quiser que va embora” pois esse tipo de raciocinio leva a dilapidar o senso critico de quem deseja entrar ou quem entrou na PMERJ abandonando sua vida. Mas fico feliz que o bonde da historia esta atropelando certas pessoas que cultuam a ignorancia. Ja estamos bem mais perto de um novo tipo de formacao que valorize o conhecimento, a tecnica e o profissionalismo. O que alguns aplicam atualmente é um culto ao sadismo, é subjulgar o proximo sem demontracao de competencia.
Um abraço!
Olá caros irmãos policiais militares, estamos com uma nova frente na Internet sobre o Ensino e Instrução na PMERJ.
Participem do Blog O Ensino na Briosa!!!
http://ensinonabriosa.blogspot.com/
Barrim, considerando qua os padrões atuais para medir a inteligência levam em consideração o lado social e emocional, e não somente o QI do indivíduo, ou seja, não basta ser inteligentísimo e ser autista, assim como vc.
Vc não tem condições sócio-emocionais para opinar sobre o assunto.
…
Socio-emocionais…? Hem? Autista, eu? Deixa pra la, nao vou me justificar com anonimos…
Carissimos Amigos! vejo que de uma forma diferente as coisas. como a menina Lia disse realmente flexão de braços não é humilhação para ninguem, mas desde que seja no horário de educação fisica, que união de grupo é essa que ela citou? um amigo que vendo um outro recruta sendo sugado vai ser solidario a ele e vai pagar junto? isso não é verdade vejamos que quando um Militar é sugado ele vira alvo da chacotas perantes os amigos de turma e gera no proprio um sentimento de ver tb outro no lugar dele, isso é companheirismo? Não sou Oficial mas ja fiz CFSD, CFC, CFS e CAS e em todos eles questionei isso, vamos tornar os nosso policiais ou militares mais seres humanos, dedicados, instruidos, indempendente de salariosm, pois acho que com o tempo estes mesmos policiais cobrariam tais situações dos nossos governantes e teriam respaldos, mas não o que se ve são policiais despreparados fisico e emocionalmente, vivendo de apanhar R$ 1 ou R$ 2 em kombis, bicheiros e isso realmente é visto pela propria sociedade que nao tem o menor interesse de defender a policia que nao se da o respeito, sei que nao são todos, não quero generalizar mas uma boa fatia dos nossos policiais estao nestes esquemas. Digo por experiencia própria fiz um Curso de Aprefeicoamento de sargentos que só serviu para me ensinar a tirar POG, na praia, maracana e inclusive serveir a Euricos Mirandas da vida, o que vcs acham que aprendi com isso? foram 4 meses no CFAP assim sem instrução, e qualificação nenhuma, mas como tenho uma formação boa que começou na minha familia pois meu Pai é um Oficial QOA reformado com 38 anos prestados a Fabulosa PMERJ tenho verdadeiro Amor e respeito por esta corporação, mas acho que ja esta na hora de darmos um basta nisso, agora mais do que nunca temos este meio de comunicação para denuncias e advertencias sem falar na troca de ideias que neste canal é fabulosa.
Um abraço a Todos.
Continuo no CCI
Bom…falamos do mesmo assunto, mas com realidades totalmente diferentes, referente a união que relatei, foi no nosso caso, não digo que em outros aconteceu, assim como a suga no meu curso (sd) foi enorme comparada a cursos posteriores, não foi nada comparado a outros (exército, oficiais..etc)…a união no meu caso ocorreu devido as dificuldades em tudo, desde local para ficar, alimentação, até podíamos rir, mas qdo alguém pagava por que realmente queria (e merecia), (e isso acontece)..tem sempre um engraçadinho pra dizer uma piadinha, que não quer nada com nada. Mas a suga que pode gerar união que me refiro, não é a que vc fica pagando flexão por ter feito alguma bobagem…ou por simplesmente vontade do comandante, é aquela suga geral, e se um paga…todos pagam…bom..não estou querendo convencer ninguém..pois como disse há vários casos..mas que o vídeo em questão não é tortura…ah..por favor…nunca vai ser…
Abraços a todos…
Lia - PM RS
Concordo..rs
Caro AAA, gostaria que postasse no meu Blog suas experiência nos Cursos no CFAP, suas dificuldades lá passadas, suas sugestões.
Visite o Blog http://ensinonabriosa.blogspot.com/
Queridos blogueiros, visitem nosso Blog O Ensino na BRIOSA que trata dos assuntos ligados ao Ensino e Instrução da nossa Amada PMERJ
http://ensinonabriosa.blogspot.com/
Polícial Militar de Minas Gerais presente por aqui para prestigiar os companheiros das demais Instituições-irmãs.
Mestes abertas, é o caminho.
Carissimo Ensino na Briosa. estou a disposição no CCI para debatermos qualquer assunto referente a Informática(que é a minha área) e outras opiniões sim. Temos uma equipe com boas ideias de Cursos e aperfeicoamentos quando quiser me procure lá ou marque uma reunião que trocaremos bastantes ideias.
Um abraço.
AAA, gostaria muito de ter sua Colaboração no BLOG, para que todos possam ter acesso. Poste suas idéias. Quero deixar claro que não sou responsável pelo Ensino na PM, somente sou interessado neste assunto, mas creio que nossas opiniões postadas têm impacto e muitas idéias postadas no BLOG vão ser lidas por Comandantes, Chefes e Diretores e poderão influenciar suas mentes.
Lembre-se de que o conhecimento guardado não tem valor! Exponha seu conhecimento, exponha suas idéias, deixe que outros aperfeiçoem-nas, não tenhamos egoismo. Achando que outros vão roubar nossas idéias. Muito pelo contrário, vc postando no BLOG vc vai estar deixando públicas suas idéias, e se algum dia elas derem frutos, muitos leitores vão reconhecê-lo pela sua contribuição à BRIOSA.
Obrigado.
Carissimo Ensino na Briosa.
Concordo plenamente com as suas palavras, creio que existam diversas pessoas com inumeras ideias a serem postada. breve colocarei alguns dos projetos que o CCI através de sua equipe de Informática vem tentando implacar.
Um abraço e estamos na Luta.
Mentes abertas andam em falta no mercado…
Como sou a favor de uma sociedade legalista em vez de uma relacional, pois o que acontece é o seguinte: Em uma sociedade relacional você se sujeita a fazer certas coisas em prol de algumas benéceas e é por isso que essa bicentenária instituição encontra-se do jeito que está. “Uma merda”
A Constituição Federal de 88 fala o seguinte: ” Ninguém será submetido a tratamento vexatório, desumano ou degradante”. E no meu simples entender de um praça. Quando fala em ninguém tem que ser ninguém.
Tem outras formas melhores de se formar uma policial. Uma instrução digna, um QTS cumprido, Uma boa remuneração etc.
Forte abraço dos guerreiros. O CFC acabou mais a luta continua.
Quem é sabe !!!!
Desculpe Alexandre, mais chega até ser engraçado o que você conclamou para demonstrar a sua experiência e até mudar a opinião de outros…acho que não foi muito inteligente. converse mais com esse Barrim, acho que ele tem muito a te ensinar.
Robson,
Ficou muito claro aqui nos comentários que cada um tem sua opinião, e cada um expõe a sua como bem quiser. Bem, eu expús a minha no post e não fiquei repetindo-a nos comentários, querendo mudar a opinião dos outros. Eu tenho a minha, o Ten Barrim tem a dele e posso imaginar qual é a sua. E viva a liberdade de expressão.
Não Robson, mero engano seu.
Ass. Rock Balboa
Comentário editado por conter ofensas à terceiros.
Aspira, ele tá se levantando nas suas custas ainda imaculadas…cuidado!!!!
“acessores”, “custas ainda imaculadas”
Porque será que todos que falam mal de mim são analfabetos? Ou é só um analfabeto que assina com multiplas personalidades? Eu me divirto com isso, vou passar a comentar mais!
Continuando e assinando…
Lá no blog 200 anos alguém postou assinando como Ten Barrim e escreveu no comentário “guinomos”. Ai complica ne, nem sabem fingir direito!
Ass.: Ten Barrim, o original!
Morei por 3 anos em Resende, onde meu pai foi instrutor da AMAN, por isso fui testemunho de muitos acontecimentos naquela academia. Não somente por intermedio do meu pai, mas tambem por ter todos meus amigos de infancia como cadetes…Trotes existem, são necessários…um militar que se preze nao pode ser criado, ele aguenta toda a pressão possivel para ser forjado! O fator físico e o fator psicologico são “treinados” nestas condições, as quais os verdadeiros militares irão se sobressair sobre os demais e nos ombros destes sobressalentes será depositada a responsabilidade da força! procurem saber sobre SIEsp(seção de instrução especial), CCL(comando, chefia e liderança), entre outros assuntos que vão dar mais argumentos para a discussão!
Oh Barrinha, guinomo ou gnomos a parte, mas vc é a favor do cadete fumar maconha?
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Olha senhores, vou ser breve, ja vi alguns recrutamentos, e acho que nao tem a necessidade de certas “sugas” e sim conhecimento das matérias a ser dadas. É claro que em que ter disciplina e hieraquira que são a base do militarismo, até porque um monte de alunos “apaizanados” precisam se enquadrar, porém sou contra esse tipo de treinamento, exemplo: entrar na posição de fleka no rancho, ficar 1 hora no sol na posição de descansar ou sentido, entre outras… eu ja vi aluno tomando DRD e ficando punido por não ter rompido marcha ao acabar de falar com um oficial, isso é ridiculo… mas se nao esta satisfeiro pede desligamento… já pararam para pensar no sacrificio que o aluno fez até chegar o curso de formação ? E depois pedir baixa ? Revejam seus conceitos senhores !
[...] Talvez para nós ocidentais, que consideramos um aluno militar fazendo flexões de braço algo digno de pena. Para eles, já não teria tanta [...]
O vídeo é humilhante. Os recrutas mais parecem macacos. Sobre os comentários deste blog/site, não entendo como certas pessoas aceitam esse tipo de prática. Vejo que a lavagem cerebral anda funcionando direitinho. Humilham o policial militar, fazendo com que ela perca o senso crítico, fazendo-o aceitar uma realidade absurda.
Acorda, gente! Em vez de pagar ranca para os pms, de humilhá-los, porque não dar aula de técnica policial (abordagem, tiro, deslocamento tático, etc., etc., ……..). É assim que se forma bons policiais.
O que os instrutores estão fazendo é uma clara lavagem cerebral. É exatamente o que fazem as seitas. Policial precisa é de treinamento, não de humilhação. Se é para melhorar o condicionamento físico, que se faça aula de educação física!
E a PM ainda vêm com aquela falácia de Policiamento Comunitário, Direitos Humanos…. Formando policiais desse jeito, acho muito difícil que sejam implementados.
Como disse o promotor do Caso Isabela: “só não vê quem não quer”.
Ou quem passou por anos de sessões de lavagem cerebral!
E eu que achei que os novos oficiais tinham outra mentalidade… Ledo engano! O ciclo vicioso ainda persistirá por muito tempo!
Somente por esse vídeo não dá para sabermos se os alunos tiveram aula de técnica policial e educação física. Tomara que sim, pois, como vc disse, é assim que se formam bons policiais. Obrigado a postar sua opinião, mais uma no meio de tantas divergentes por aqui! Eu já avancei o rancho assim e não me senti humilhado, mas isso pode ter sido resultado da “lavagem cerebral”. Abraço!
Eu nunca vi aula de educação física sendo feita de calça jeans. Também nunca participei de nenhuma aula de técnica policial que ensinasse a andar como macaco. Não adianta adianta distorcer os fatos. Só não vê quem não quer!
Não, não é uma aula de educação física. Não, não é uma aula de técnica policial. É “suga” mesmo. Esses minutos de suga não mostram se no restante do curso os alunos tiveram aulas de técnica policial e ed. física. Como eu disse antes, tomara que sim. Editei o post colocando um link para o seu blog. Abraço!
Obrigado pelo link. Minha intenção de fazer a postagem foi de abrir discussão sobre o tema. Eu não gosto de fazer críticas pessoais. Não tenho nada pessoal contra você. Temos algumas divergências de idéias. Normal. Opinião cada um tem a sua. Se você achou a postagem pesada, avise-me.
[...] ver seu menino de cabeça raspada, mais magro que o habitual e com aparência de cansaço, após as longas sessões de tortura a que é submetido, fica se perguntando “o que estão fazendo com meu menino?”. E não [...]
milico tem que ter bom condicionamento físico e a cabeça no lugar para saber como agir sob pressão…
Alexandre,
tomei a liberdade de responder alguns questionamentos feito pelo 1° Ten // 8º Batalhão (a quem desde já apresento meu respeito): “já pararam para pensar no sacrificio que o aluno fez até chegar o curso de formação ? E depois pedir baixa ? Revejam seus conceitos senhores!”
Sr. 1° Ten // 8º Batalhão, não sou militar e nunca passei por nenhuma situação se quer parecida com a “suga”, mas garanto que qualquer pessoa que se dispõe a estudar meses a fio, passar em um vestibular que é hiper concorrido e vencer as 5 etapas específicas da PMERJ conhece (e muito bem) a rotina da Academia… de alguma maneira quado nos propomos a entra para o CFO, aceitamos tbm tudo o que está por vir embasados no real de que a vida militar é sobre tudo baseada na hierarquia e disciplina… Encaro as sugas ou as “formas de abalar o psicológico” como um processo seletivo.. e ainda, que após passar por todo esse “treinamento” estaria preparada para enfrentar uma guerra como a do Rio de janeiro que só falta ser declarada…
Com respeito e admiração
Abraços
Obrigado Priscilla!
retificando…
desculpem os eventuais erros… hora de almoço..
*quando
*entrar
faltou depois de real *conhecimento
Isso aí passa batido. Se olhar com atenção meus textos vem cheio desses. :P
Bom, como eu estou fazendo uma pesquisa sobre o desenvolvimento da personalidade militar (e estou no comeciiiinho dela), vejo que para desenvolver as características que delineam esse tipo de personalidade, essas medidas são necessárias, até mesmo por que isso o ajudará a ter uma postura e o ajudará a preservar a sua vida (e a de outros cidadãos). Creio que as pessoas que escolhem a vida militar, estão cientes dos treinamentos, não só físicos, mas psicológicos também, e não as enxergam como humilhação. Quem não consegue ter essa visão (militar) e fica preso a visão (civil), não consegue ficar na corporação.
Não vejo esses treinamentos como humilhantes, uma vez que TODOS já passaram por isso, acho essencial para se disvencilhar das vaidades civis.
Minha pesquisa está por vir, e cada vez mais me interesso pelo assunto!!!
Oi Luciana, boa sorte com seu trabalho. Não esqueça de nos mandar uma cópia.
O que aconteceu? Por que meu comentário foi retirado. Talvez tenha sido algum erro do servidor, por isso estou perguntando. Meus cumprimentos!
Conforme avisei ontem, todos os comentários e posts posteriores às 16h do dia 16 de maio (data do último backup) foram apagados. O problema do DPM já foi resolvido definitivamente, então ficaria feliz se recolocasse seu comentário.
Eu disse mais ou menos isto para a Priscilla e para a Luciana:
Priscilla, leia com atenção e de coração aberto: Eu torço para que vc seja aprovada no CFO. Mas saiba, de antemão, que nem tudo são flores. Os treinamentos para fortalecer o espírito e o condicionamento físico são, sim, realmente necessários. No entanto, existem treinamentos e treinamentos. Aquele “vídeo da discórdia” “cuspido” na internet talvez não seja nada perto de outras coisas que acontecem nos cursos de formação. Eu digo “talvez” porque não sei como é aí no Rio.
A humilhação só serve para diminuir a auto-estima da pessoa e fazê-la sentir-se inferior aos outros.
Eu vejo que vc está cheia de energia, estudando para o concurso de acesso ao CFO. É isso aí, não desanime. Nada é fácil nesta vida.
Quando você entrar para a academia - eu tenho certeza de que vai conseguir - você pode se deparar com uma realidade bem diferente da qual você imagina. Eu não passei pela academia, mas tenho colegas que já são oficiais ou que são cadetes, alguns da minha turma de soldado. E a gente conversa numa boa; sem hierarquia. Eles me contam muitas coisas. Eu acho que devo repassá-las para você.
Lá, pelo que eles me dizem e pelo que eu presenciei quando entrava em forma junto com eles para os desfiles matinais, é assim: o cadete do primeiro ano é “sugado” (termo usado por este blog) pelo cadete do segundo ano, que é “sugado” pelo do terceiro, que é “sugado” pelo do quarto, que é “sugado” pelos oficiais. São quatro anos de “sugação”. Não pense que é somente um “trotezinho” daqueles que a gente leva quando é aprovado numa universidade/faculdade. São quatro anos de “sugação”. A cobrança diminui gradativamente, mas nunca acaba. E não é só “suga”, não. É trabalho atrás de trabalho, prova atrás de prova, não “sobra nem tempo para assimilar as matérias”- assim me disse um cadete, e assim foi no meu curso de soldado. Digo-lhe mais. O cadete só vai ter um pouco de descanso quando chegar ao posto de capitão. O Tenente Alexandre me corrija se eu estiver errado. São IPMs, procedimentos administrativos, cursos, treinamentos, etc.
Os oficiais têm que ter orgulho, sim, da patente. Não é fácil. Mas, sobretudo, devem ter humildade. Ter estrelas nos ombros não significa ser melhor do que as praças. Patente é poder posicional (posição hierárquica), e não poder pessoal (poder próprio de cada um / poder de influenciar, motivar, etc.).
Quando eu entrei para a PM, eu também era extremamente motivado; achava que podia consertar o mundo. Noventa por cento dos recrutas e cadetes que ingressam na corporação são assim. E por muitos anos eu continuei assim, até que, depois de dar muito “murro em ponta de faca”, de figurar como indiciado em IPMs, de figurar como sindicado em procedimentos administrativos, de ver que nosso serviço é enxugar gelo, de ver “algumas” injustiças, de ver que às vezes somos usados como massa de manobra e por mais uma série de coisas, eu me fiz as seguintes perguntas: Será que vale a pena? Vale a pena morrermos por uma sociedade que não cansa de nos criticar? Vale a pena colocarmos a vida em risco para prender um infrator que, dias depois da prisão, já estará solto nas ruas, matando, assaltando e traficando novamente? Vale a pena trabalharmos por uma corporação que exige que sejamos policiais comunitários, que respeitemos os direitos humanos, mas que não nos respeita como cidadãos, que não respeita nossos direitos constitucionais ao descanso, à liberdade de locomoção (somente não cabe Habeas Corpus para as transgressões disciplinares, sabia disso?), à liberdade de expressão, ao salário correspondente à complexidade da profissão, etc.?
Priscilla, realmente eu não quero fazer pré-julgamentos. Eu acho - opinião pessoal - que a PM faz, sim, ou ao menos tenta fazer lavagem cerebral nos cadetes e recrutas. Eu falo isso por experiência própria e por aquilo que meus colegas oficiais e cadetes me contaram. Eu não tenho nada contra cadetes. Alguns já fizeram estágio na viatura em que eu trabalhava. Foi bastante tranqüilo. Aprendi muita coisa com eles; ensinei também. Lembro-me de uma ocasião em que um cadete, ex-integrante das forças armadas, desferiu um tiro de escopeta calibre 12, bala de borracha, bem no capacete de um motoqueiro em fuga. Aquilo me lavou a alma. O safado era homicida, assaltante e traficante; já havia conseguido fugir de nós diversas vezes. Mas daquela vez ele “perdeu”.
Priscilla, algumas coisas a gente só consegue entender depois de sentir na pele. Olha só o exemplo do ex-capitão do BOPE Rodrigo Pimentel. Ele também, no início da carreira, era pura vibração, pura adrenalina. Entretanto, quando ele deu aquela entrevista no documentário Notícias de Uma Guerra Particular, ele disse: “Estou cansado! Desse serviço eu estou cansado!” Disse ainda: “Não adianta nada!”. Nesse mesmo documentário, um soldado falou: “Essa guerra não tem fim”. Eles falaram essas coisas depois de terem vivenciado situações práticas, de terem sentido na pele a adrenalina de subir um íngreme beco, segurando em posição de pronta resposta um pesado fuzil, sentido que a vida está por um fio, sabendo que um simples projétil pode lhes tirar o bem mais precioso. Já te advirto: O transporte prolongado do fuzil na posição de pronta resposta pode causar uma dolorosa tendinite/bursite nos ombros. No início parece leve, mas depois de algum tempo parece que vc está carregando um caminhão.
Priscilla, eu também já prestei concurso para o CFO. Eu sei que não é fácil passar. É preciso muito esforço. Mas humildade cabe em qualquer lugar. Talvez, para fazer certas afirmações, seja preciso sentir na pele o que aquilo representa; seja preciso comprovar por experiência própria se aquilo tem realmente validade.
Para não ser prolixo, finalizo por aqui.
Minhas saudações e torcida para que vc tenha êxito no seu objetivo!
Luciana, é interessante ver uma psicóloga - é o que deu a entender - fazer um afirmação de que a pessoa que não aceita as humilhações deva pedir baixa. Muita gente vai ter que pedir baixa então: Eu, o Tenente Barrim, o Sargento Lago, o Cabo Maxímus, a Cabo Mônica… Mas não se preocupe. Somos simples peças que podem ser facilmente trocadas.
Boa Tarde!
Perdão, só hj li seu comentário (apesar de frenquentar sempre este blog)…
Sr. Pracinha,
gostaria realmente de pedir desculpas quanto ao comentário inicial… tentei realmente ler seu “conselho de coração aberto” e procurei por um conhecido que é praça na PM aqui em Resende (interior do estado) e comentei das minhas aspirações e ele ficou surpreso quando expliquei o pq de só conseguir me ver trabalhando na Policia Militar… talvez pra vc q nem me conhece, não importe muito… mas não vejo (aliás, nem quero ver) a PM como um emprego… sempre quis trabalhar com algo que me colocasse ao lado das pessoas quando ninguém mais pudesse fazer nada por elas… vc concorda que este é o seu trabalho… como não canso de repetir: a sirene para os que precisam é sinal de alívio, é socorro chegando e não de problema… ele, como vc, foi bem claro e me abriu os olhos… isso quem faz é praça, que tá ali na rua todos os dias (se eu estiver errada, por favor me corrija)… mas O CFO, pra mim é importante pela mudança de vida que vai me causar.. mas o intuito é o mesmo se eu entrasse como praça ou cadete, o que faz diferença é a questão salarial!
De qualquer maneira adorei saber q concordamos em um ponto… estrelinha no ombro não significa nada além do reconhecimento pelo esforço daqueles dias em que seus amigos saiam e te ligavam morrendo de rir, afinal sábado a noite e vc estudando pra entrar pra PM… sei q vc sabe do que to falando! o choro da mãe quando vc larga uma pós graduação em Estudos Sociais e volta pro pré-vestibular e pra assumir que depois de 04 anos de faculdade estava no caminho errado e que a vocação era muito mais forte que a estabilidade de um emprego q no mínimo não colocaria minha vida e dos meus familiares em risco - diretamente é claro!
Peço desculpas ainda se meu comentário pareceu de alguma maneira arrogante, não era de forma nenhuma minha intenção e agradeço por abrir meus olhos quanto a humildade necessária.
Saiba q já o admirava por seus contos e ideais de honestidade… como comentei em um post anterior… e agora ainda mais pelo carinho que teve em me responder.
Obrigada pela torcida
mas ao invés de pedir que eu passe na prova, peço q reze para q Deus
me coloque em um bom caminho… ser PM só serve se eu conseguir ser uma boa PM…
desculpe mais uma vez qq mal entendido e o texto longo - foi meio q um desabafo… a pressão é grande!
Fique com Deus
Priscilla, boa sorte! Que Deus lhe proteja!
[...] muita polêmica. Depois de ser “cuspido” (termo usado pelo blog Diário de Um PM) na internet, o Tenente Alexandre de Souza deu sua opinião - isso já faz cerca de um ano. Há poucos dias, eu “ressuscitei” a polêmica, que ecoou pelos [...]
[...] Blog/Site diário de um pm quer me convencer de que o que se passa nesse vídeo é um simples exercício de flexão de braço, [...]
BOA TARDE! EU FIZ A PROVA DA PMERJ ONTEM NA UNIGRANRIO , E HOJE VERIFIQUEI QUE FUI APROVADO EM PORTUGUES E MATEMATICA PORÉM ESQUECI DE POR O TÍTULO PEDIDO NA REDAÇAO , FIZ UMA BOA REDAÇAO SEGUI OS PARAMETROS INTRODUÇAO, DESENVOLVIMENTO, E CONCLUSÃO QUANTO A ISSO ESTOU TRANQUILO
MAS A PERGUNTA É : SEREI REPROVADO POR NÃO POR O TÍTULO PEDIDO??? OU APENAS PERDEREI ALGUNS PONTOS?? E SE PERDEREI PONTOS QUANTOS SERAM?? AGRADEÇO PELA ATENÇÃO ! FIQUE COM DEUS!!!