Como a intenção do diretor José Padilha é levar o “Tropa de Elite” ao Festival de Cannes, podemos prever que o lançamento será até de maio de 2007, data do festival.
Como já sabíamos, um dos protagonistas será o ator Wagner Moura. O iMDb, traz a relação dos outros dezoito atores que compõe o elenco e seus respectivos personagens. Sete deles são conhecidos do grande público pela atuação em novelas e outros filmes que fizeram sucesso.
Wagner Moura será o “Capitão Nascimento”. Fez a mini-série “JK” (2006), da Rede Globo, fazendo o papel de Juscelino ainda novo. Também estão no currículo os filmes Cidade Baixa (2005), O Homem do Ano (2003), Carandiru (2003) e Deus É Brasileiro (2003).
Caio Junqueira será o personagem “Neto”. Também fez parte do filme Zuzu Angel (2006) como “Alberto”.
Milhem Cortaz será o “Capitão Fábio”. Foi o presidiário “Peixeira” no filme Carandiru (2003).
Fernanda de Freitas será “Roberta”. Ela é a “Leila” na novela “Pé na Jaca” (2006), da Rede Globo.

Fernanda Machado será “Maria”. Ela foi a “Dalila” na novela “Alma Gêmea” (2005), da Rede Globo.
Thelmo Fernandes será o “Sargento Alves”. Também fez o filme Olga (2004) como “Bangu”.
Maria Ribeiro será “Rosane”. Foi a Raquel na novela “Prova de Amor” (2005), da Rede Globo.
Os efeitos especiais do filme prometem ser algo nunca visto no cinema brasileiro. Além do americano Phill Nelson, que tem no currículo filmes como “Gladiador” (2000) e “Falcão Negro em Perigo” (2001), a equipe profissionais norte-americanos especialistas em cenas de ação conta com Bruno Van Zeebroeck, Marc Banich e Mike Edmonson, todos os três com sucessos de Holywood no currículo.
O orçamendo do “BOPE – Tropa de Elite” é algo controvertido, e em cada fonte na Internet se acha uma informação diferente. Porém é verdade que o valor subiu bastante devido ao prejuízo causado pelo roubo das armas, à contratação da equipe de profissionais norte-americanos especialistas em cenas de ação e aos custos de filmagens em quatro locações (fora de estúdio). Segundo a jornalista Silvana Arantes, do Folha Online, o orçamento saltou de R$ 4,9 milhões para R$ 10,5 milhões, transformando-o no longa de maior porte no Brasil filmado em 2006.
Durante as filmagens, em novembro, uma van da equipe foi roubada juntamente com um carregamento de armas cenográficas. Esse episódio ocupou as páginas policiais da imprensa e deu ainda maior projeção ao filme, despertando ainda mais a curiosidade e ansiedade do público.
Saiba mais: BOPE – Tropa de Elite, o filme.



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TEM GENTE AQUI QUE DEVE TER SIDO REPROVADO EM ALGUM CURSO DO EB. O TREINAMENTO DE GUERRILHA URBANA DO BOPE FOI ORIGINADO NO EXERCITO. O BOPE RJ ESTÁ MUITO BEM TREINADO MAS O MUNDO É GRANDE E A QUANTIDADE DE TROPAS POLCIAIS QUE EXISTE NO MUNDO NÃO DÁ PARA CONTAR VANTAGENS E DIZER QUE É A MELHOR TROPA URBANA DO MUNDO. TODOS QUE TEM UM BOM CONHECIMENTO SABEM QUE A BRIGADA DE OPERAÇÕES ESPECIAS DO EB TEM A MELHOR TROPA URBANA, ALIÁS TROPA PARA QUALQUER TIPO DE AÇÃO EM QUALQUER TERRENO.
DE QUALQUER MANEIRA PARABÉNS AOS HOMENS DO BOPE-RJ E SEUS INTEGRANTES QUE EU AJUDEI A TREINAR NO EB.
meu filho so queria ver se vc poderia manda um email para mim
todos por favo me ajuda para manda um email direta memte para o meu filho rogerio cezar santos paixao e sua mae kedima e serio nao estou metido beijos
film Tropa de Elite shows the shortcomings of the model of the Brazilian police, broke and archaic. Arguing that the police are corrupt and criminals as a matter of low wages, is one reason at least naive. Most of our people are unemployed or earn derisory – minimum wage – and so are not corrupt, bad professionals, or go around stealing and practicing violence, people are honest, well. Tropa de Elite proposes an interpretation would be.Show the rotten side of the police, show the difficulties that an officer spends in day-to-day, low wages, corruption within the corporation itself, the abuse of power by officers and soldiers, no communication between the “thinking” of the institution (officialdom) and man (soldier) of the tip. Police have to be different from bandit, can not climb the hill shooting, or enter into slum killing people just because they were “suspicious” that the film show very well, we know that this is how the police act, and no good to want to cover the sun with a sieve.Of course we have to look at the man / professional police, but it is also true that we have to look at all the professionals in this country. It was created in Brazil’s argument that public security police running through a better, more appliances, more armed, of course this is important, but the key thing is that act urgently, better income distribution, public school quality, health public quality, sanitation, things that all segments of society, experts, government officials are tired of knowing and say, in times of election, and do nothing.
Tropa de Elite invites us to reflect on the conditions of the police, working conditions, but it is also true, that invites us to reflect on the kind of police force in the country this model as I said above lines, exceeded. In developed countries, the police began in the cities, for citizenship begins to be practiced, lived and practiced in the community, in neighborhoods, cities. The police have to be together and take care of the citizen’s greatest asset, life.
Silvan Matias da Silva
Guarda Municipal do Recife.
A guarda municipal deve sim trabalhar armada, claro que tem que está devidamente preparada para tal, o que não significa dizer que não haverá erros, afinal eles são inerentes ao ser humano. Mas o preparo deve ser para todos os agentes da segurança pública. (polícia civil, pm, guarda municipal e agente penitenciário). O que falta é comprometimento e respeito com os agentes e a segurança pública por parte dos entes federados.
Por que os municípios não assumem de forma clara o que realmente lhe é constitucionalmente assegurado? Segurança pública é assunto de interesse local e o fenômeno violência urbana interfere e atinge diretamente a vida dos cidadãos no gozo de seus direitos civis e políticos.
Os municípios têm autonomia política, normativa, administrativa e financeira.
O argumento de que o artigo 144 da Constituição Federal diz ser, a segurança pública dever dos estados-federados é errôneo, enganador e ludibriador, e nossas autoridades sabem disso, e os prefeitos, em especial, agarram-se a este discurso para se omitirem da parte que lhes cabem.
O que citado artigo diz: “que segurança púbico é deve do Estado…” o Estado (com letra maiúscula) é o Estado democrático e de direito, constituído para representar seu povo, e não o estado federado como defendem alguns. A nossa carta magna assim batiza nosso Brasil, “A República Federativa do Brasil é formada pelos Estados e Municípios e do Distrito Federal que são Estados de direito, ou seja, entes federativos”.
Se levarmos ao pé letra de que o estado a que se refere o artigo 144 é o estado-federado então não deviria ter as policias federais, mas tão somente as estaduais.
Se se agarrar a tal argumento de que o Estado do artigo 144 e uma referência aos estados federados, então, saúde, escolas/educação , saneamento básico e outros direitos fundamentais não são obrigações dos municípios, coloquemos tudo na conta dos estados federados.
O fato é que o município é um ente federado e tem total liberdade para legislar sobre assunto de interesse local – segurança publica é de interesse local e acredito que não se tenha duvidas sobre tal objeto – e pode sem ferir a Carta Magna atuar na segurança pública dos citadinos.
Agora, se existe lobe das polícias estaduais, das empresas de vigilância que em sua maioria tem policiais, políticos ou parentes (laranjas) como donos, é outra coisa. Se alguém ganha muito dinheiro com a indústria da violência, da clandestinidade, dos “bicos” policiais em casas de jogos de bichos, caça -níqueis, protegendo bicheiros, monopolizando a segurança pública, os serviços essenciais à população, com prostituição infantil, pirataria, grupo de extermínio, “capangagem” – permitam-me o neologismo -, milícias armadas, gerando violência para logo em seguida vender falsa segurança, então realmente não há motivo algum para os municípios (ao menos os grandes centros urbanos) assumirem a segurança pública. Embora saibamos que muitos já o fazem, mas quase sempre na clandestinidade. Clandestinidade porque os prefeitos querem os serviços das guardas civis municipais, e sabem que elas o fazem muito bem. O que eles (prefeitos) não querem é assumir o ónus quando este venha a ocorrer. Eles querem apenas o bónus. E continuar conjugando o verbo ludibriar na primeira pessoa do singular, do presente do indicativo, para os cidadãos.
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