Um trecho do enredo do Porto da Pedra diz:
“Caveirão elitista da maldade, abrindo fogo contra o povo; intolerante tanque do preconceito, indiferença, cinismo e egoísmo. Tombam corpos de meninos mortos, outrora felizes, pelos guetos nos quais negros foram confinados.”
No setor 3 do desfile, a escola apresentará o “Caveirão da maldade” (O Melo Yelom). Uma alusão aos “Yellow Mellow”, veículo militar que era usado na repressão aos protestos contra o apartheid na África do Sul, tentando fazer um paralelo entre o regime racista ocorrido naquele país e a política de segurança pública do Rio.
O desconhecimento da população a respeito do veículo, somado aos discursos ideologizados e às propagandas veiculadas em massa, agora com a participação num evento popular de grande monta como é o carnaval do Rio, estão fazendo com que falácias sejam difundidas na população, como verdades absolutas.
Quem não quiser limitar seu conhecimento aos folhetos de campanha anti-Caveirão e enredos de Escolas de Samba, recomendo ler:
A eficácia do Caveirão em números, O blindado do BOPE e O opressor é o tráfico, não o Caveirão.



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É de total repugnância e leviandade. A partir dai, com certeza se estará criando um consciente negativo na população em relação ao trabalho do BOPE e por conseguinte à PMERJ. Mas, fica a minha indagação: Será que não é o momento da PMERJ trazer a público, através de um marketing profissional, todo o seu trabalho ?, como por exemplo o da utilização do Caveirão, que está descrito acima. Eu me coloco como exemplo, pois foi somente através deste blog que tive a feliz oportunidade de conhecer, compreeder e entender o que é a PMERJ como Instituição e suas Unidades.
Mas, e quem não tem essa rica fonte de informação ? Fica a mercê de jornalistas apocalipticos e de pessoa inescrupulosas, que buscam a fama amparados em mentiras, que eles mesmo sabem que são mentiras.
É com profunda tristeza que me encontro ao tomar conhecimento de tal pífio pode ser o pensamento do povo. Mais pífio ainda o pensamento de formadores (ou deformadores) de opinião como os responsáveis pelo carnaval, que não deixam de ser mobilizadores de massa com seus enredos várias vezes demagogos, refletindo a vontade de ONGs inescrupulosas ligadas a marginais. É desanimador, profundamente desanimador. Nesses dias venho presenciando a ocupação do BOPE a uma das favelas do Complexo do Alemão, e o que mais se vê são moradores protestando contra a ocupação, pessoas culpando o BOPE de tudo, dizendo que os caveiras são assassinos e etc. O povo chama bandidos de “meninos”, mas esquecem que policiais são pessoas, com famílias os esperando em casa, com uma vida, e um amor à farda que os faz dar a própria vida para defender estes que os incriminam, se preciso for.
Uma escola de samba de São Gonçalo. Deve ser raro vindas do caveirão à SG, acredito eu. So comentando…
ISSO NÃO ME ESPANTA ,O CARNAVALESCO DA PORTO DA PEDRA NÃO TEM NADA DE BOM PARA ACRESCENTAR NA SOCIEDADE ,SÓ GOSTA DE APARECER ,ELE ACHA QUE O MUNDO TEM QUE SER COR DE ROSA E AINDA TEM UM PERIGOSO TRAFICANTE DA MANGUEIRA QUE ACABOU DE SAIR DA CADEIA E É INTEGRANTE DA PORTO DA PEDRA COM APOIO DOS DIRETORES DA ESCOLA.
O caveirão apresenta diversas falhas de projeto e mesmo assim está salvando vidas. Espero que o jogo inverta e sejam adquiridos veículos com melhor blindagem e melhor poder de deslocamento.
Se até na Austria a polícia usa veículos blindados, o RJ começou a usar o veículo tarde demais.
Victor,
Segundo esta notícia do Globo Online,
http://oglobo.globo.com/rio/mat/2006/12/20/287129951.asp
o Centro Tecnológico do Exército (CTEX) está desenvolvendo um projeto de melhoria nos blindados usados pela PM. Pode ser que tenhamos boas notícias em breve com relação a blindados mais adequados.
“Se até na Austria a polícia usa veículos blindados, o RJ começou a usar o veículo tarde demais.”
Gostei da frase, vou usar ;)
O Caveirão não é a ferramenta certa. Em seu lugar eu usaria um Osório, ou um Bradley M3A3.
Penso que vivemos em um país democrático e que a manifestação artística é um tipo de expressão muito adequado e digno. Não obstante, sabemos que temos que ter responsabilidade ao fazermos manifestações públicas desprovidas de uma reflexão ética em que autoridades policiais altamente qualificados,com reconhecimento nacional e internacional sejam submetidos a especulações desprovidas de conhecimento teórico-prático sob a real situação enfrentada pela caserna miliciana.
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